Web Rádio Catequese Católica

Escute essa rádio são de músicas perfeitas e lindas.

domingo, 3 de julho de 2016

SIGNIFICADO E SIMBOLISMO DE SANTA MARIA GORETTI

A imagem de Santa Maria Goretti apresenta a trajetória e as virtudes desta menina, morta aos 12 anos como mártir e canonizada 60 anos após sua morte, que ocorreu em 1890. Vamos compreender os símbolos que contam sua história.

O manto vermelho de Santa Maria Goretti

O manto vermelho de Santa Maria Goretti nos fala que esta santa foi mártir, isto é, foi morta por causa de sua fé em Jesus Cristo. E, de fato, A pequena Maria Goretti morreu por não ceder aos caprichos de um jovem desequilibrado de vinte anos. A família de Maria Goretti morava numa casa compartilhada com outra família, de sobrenome Serenelli. Na casa morava o jovem Alessandro Serenelli. Este passou a desejar e assediar Maria Goretti que, aos doze anos, já era uma moça feita e muito bonita. Goretti nunca cedeu às investidas de Serenelli, alegando sempre sua fé e alertando-o que se tratava de um pecado grave. Alessandro, porém, não desistiu. Assim, em 5 de julho de 1902 ele tentou estupra-la. Goretti resistiu e lutou com o agressor para se preservar. Mas Alessandro a esfaqueou onze vezes e fugiu. Maria Goretti sobreviveu por alguns dias, mas não resistiu. Esta é a razão de ela ser representada com o manto vermelho: a cor do sangue e dos mártires.

A túnica branca de santa Maria Goretti

A túnica branca de santa Maria Goretti representa sua pureza de coração e santidade. Com efeito, antes de falecer, a jovem santa disse que perdoava seu agressor e que rezava que, um dia, se encontrasse com ele no céu. E isto, de fato, aconteceu. Alessandro Serenelli foi preso, confessou o crime e se arrependeu. Passou 30 anos na prisão. Quando saiu, tornou-se imrão religioso e participou da canonização de Santa Maria Goretti em 1950. A pureza de coração desta menina, representada por sua túnica branca, converteu seu algoz e este foi salvo. Ele morreu aos 70 anos, tendo recebido os sacramentos, permanecendo até o fim na congregação religiosa.

O olhar de Santa Maria Goretti

O olhar de Santa Maria Goretti mostra a menina que enxerga além. Trata-se de um olhar de amor e de fé. Amor demonstrado através do perdão que ela ofereceu e fé porque, afinal, foi pela fé que ela resistiu e venceu a grande batalha de sua vida.

As mãos postas de Santa Maria Goretti

As mãos postas de Santa Maria Goretti mostram o 'como' e o 'porque' ela resistiu e venceu: foi por causa da oração. Sim. Santa Maria Goretti, embora tão nova, era uma menina de oração. Ela rezava especialmente o terço, hábito que ela adquiriu rezando junto com sua família todos os dias. Certamente foi esta profunda oração que sustentou a pureza e o amor da pequena santa.

A palma nas mãos de Santa Maria Goretti

A palma nas mãos de Santa Maria Goretti representa vitória dos mártires. Santa Maria Goretti recebeu a palma da vitória, a vitória daqueles que permanecem fiéis até o fim, sem ceder, sem se desviar. Goretti, mesmo tão nova, foi fiel e vitoriosa.

Os lírios de Santa Maria Goretti

Os lírios de Santa Maria Goretti são um símbolo da pureza de Jesus Cristo que resplnadeceu na vida desta pequena santa. Eles representam também a ressurreição e a santidade de Santa Maria Goretti em Cristo.

Oração a Santa Maria Goretti

'Óh Santa Maria Goretti, que, reforçada pela graça de Deus, não hesitou, mesmo com a idade de 11 anos, em derramar teu sangue em sacrifício da própria vida para defender tua pureza virginal, olhai graciosamente para a infeliz raça humana, que se desvia muito longe do caminho da eterna salvação. Ensinai-nos a todos, e especialmente à juventude, com coragem e presteza, que devíamos fugir, por amor a Jesus, de tudo o que possa ofender ou manchar as nossas almas com o pecado. Obtenha para nós a partir de Nosso Senhor, vitória na tentação, conforto nas tristezas da vida, e a graça que fervorosamente imploro-te, (fazer seu pedido), e possamos desfrutar um dia da imperecível glória do Céu. Amém.'

sábado, 11 de abril de 2015



Joven y Juan Pablo II
Ó São João Paulo,
da janela do céu,
dá-nos a tua bênção!
 
Abençoa a Igreja,
que tu amaste, serviste e guiaste,
incentivando-a a caminhar corajosamente
pelos caminhos do mundo,
para levar Jesus a todos
e todos a Jesus!
 
Abençoa os jovens,
que também foram tua grande paixão.
Ajuda-os a voltar a sonhar,
voltar a dirigir o olhar ao alto
para encontrar a luz que
ilumina os caminhos da vida na terra.
 
Abençoa as famílias,
abençoa cada família!
Tu percebeste a ação de Satanás
contra esta preciosa e indispensável
faísca do céu que Deus
acendeu sobre a terra.
 
São João Paulo,
com a tua intercessão,
protege as famílias
e cada vida que nasce
dentro da família.
 
Roga pelo mundo inteiro,
ainda marcado por tensões,
guerras e injustiças.
Tu te opuseste à guerra,
invocando o diálogo e semeando o amor;
roga por nós,
para que sejamos incansáveis
semeadores de paz.
 
Ó São João Paulo,
da janela do céu,
onde te vemos junto a Maria,
faz descer sobre todos nós
a bênção de Deus!
 
Amém.
 
(Cardeal Angelo Comastri)
 

sábado, 21 de fevereiro de 2015

Campanha da Fraternidade « Campanhas CNBB - 'Saiamos para oferecer a todos a vida de Jesus Cristo' (Papa Francisco)

Campanha da Fraternidade « Campanhas CNBB - 'Saiamos para oferecer a todos a vida de Jesus Cristo' (Papa Francisco)

Mensagem do Papa Francisco por ocasião da Campanha da Fraternidade 2015 Quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015 Queridos irmãos e irmãs do Brasil! Aproxima-se a Quaresma, tempo de preparação para a Páscoa: tempo de penitência, oração e caridade, tempo de renovar nossas vidas, identificando-nos com Jesus através da sua entrega generosa aos irmãos, sobretudo aos mais necessitados. Neste ano, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, inspirando-se nas palavras d’Ele “O Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos” (Mc 10,45), propõe como tema de sua habitual Campanha “Fraternidade: Igreja e Sociedade”. De fato a Igreja, enquanto “comunidade congregada por aqueles que, crendo, voltam o seu olhar a Jesus, autor da salvação e princípio da unidade” (Const. Dogmática Lumen gentium, 3), não pode ser indiferente às necessidades daqueles que estão ao seu redor, pois, “as alegrias e as esperanças, as tristezas e as angústias dos homens de hoje, sobretudo dos pobres e de todos os que sofrem, são também as alegrias e as esperanças, as tristezas e as angústias dos discípulos de Cristo” (Const. Pastoral Gaudium et spes, 1). Mas, o que fazer? Durante os quarenta dias em que Deus chama o seu povo à conversão, a Campanha da Fraternidade quer ajudar a aprofundar, à luz do Evangelho, o diálogo e a colaboração entre a Igreja e a Sociedade – propostos pelo Concílio Ecumênico Vaticano II – como serviço de edificação do Reino de Deus, no coração e na vida do povo brasileiro. A contribuição da Igreja, no respeito pela laicidade do Estado (cfr. Idem, 76) e sem esquecer a autonomia das realidades terrenas (cfr. Idem, 36), encontra forma concreta na sua Doutrina Social, com a qual quer “assumir evangelicamente e a partir da perspectiva do Reino as tarefas prioritárias que contribuem para a dignificação do ser humano e a trabalhar junto com os demais cidadãos e instituições para o bem do ser humano” (Documento de Aparecida, 384). Isso não é uma tarefa exclusiva das instituições: cada um deve fazer a sua parte, começando pela minha casa, no meu trabalho, junto das pessoas com quem me relaciono. E de modo concreto, é preciso ajudar aqueles que são mais pobres e necessitados. Lembremo-nos que “cada cristão e cada comunidade são chamados a ser instrumentos de Deus ao serviço da libertação e promoção dos pobres, para que possam integrar-se plenamente na sociedade; isto supõe estar docilmente atentos, para ouvir o clamor do pobre e socorrê-lo” (Exort. Apost. Evangelii gaudium, 187), sobretudo sabendo acolher, «porque quando somos generosos acolhendo uma pessoa e partilhamos algo com ela – um pouco de comida, um lugar na nossa casa, o nosso tempo – não ficamos mais pobres, mas enriquecemos” (Discurso na Comunidade de Varginha, 25/7/2013). Assim, examinemos a consciência sobre o compromisso concreto e efetivo de cada um na construção de uma sociedade mais justa, fraterna e pacífica. Queridos irmãos e irmãs, quando Jesus nos diz “Eu vim para servir” (cf. Mc 10, 45), nos ensina aquilo que resume a identidade do cristão: amar servindo. Por isso, faço votos que o caminho quaresmal deste ano, à luz das propostas da Campanha da Fraternidade, predisponha os corações para a vida nova que Cristo nos oferece, e que a força transformadora que brota da sua Ressurreição alcance a todos em sua dimensão pessoal, familiar, social e cultural e fortaleça em cada coração sentimentos de fraternidade e de viva cooperação. A todos e a cada um, pela intercessão de Nossa Senhora Aparecida, envio de todo coração a Bênção Apostólica, pedindo que nunca deixem de rezar por mim. Vaticano, 2 de fevereiro de 2015.

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Meu Instagram.

<style>.ig-b- { display: inline-block; }
.ig-b- img { visibility: hidden; }
.ig-b-:hover { background-position: 0 -60px; } .ig-b-:active { background-position: 0 -120px; }
.ig-b-v-24 { width: 137px; height: 24px; background: url(//badges.instagram.com/static/images/ig-badge-view-sprite-24.png) no-repeat 0 0; }
@media only screen and (-webkit-min-device-pixel-ratio: 2), only screen and (min--moz-device-pixel-ratio: 2), only screen and (-o-min-device-pixel-ratio: 2 / 1), only screen and (min-device-pixel-ratio: 2), only screen and (min-resolution: 192dpi), only screen and (min-resolution: 2dppx) {
.ig-b-v-24 { background-image: url(//badges.instagram.com/static/images/ig-badge-view-sprite-24@2x.png); background-size: 160px 178px; } }</style>
<a href="http://instagram.com/isabel_c_amadeu?ref=badge" class="ig-b- ig-b-v-24"><img src="//badges.instagram.com/static/images/ig-badge-view-24.png" alt="Instagram" /></a>

sexta-feira, 4 de julho de 2014

 Capela Santa Maria Goretti festeja o Dia da Padroeira neste dia 05 de julho de 2014.

O dia dedicado a Santa Maria Goretti é comemorado neste sábado, mas o dia é  6 de julho, dia de sua morte. Termina nesta sexta-feira, dia 4, às 20h, o Tríduo Preparatório da Festa da Padroeira na Capela Santa Maria Goretti de Rio Preto. Amanhã, os fiéis e devotos participam da missa em ação de graças, às 18h, seguida procissão e carreata com a participação dos motociclistas Os Intocáveis. Logo após a programação religiosa, haverá noite de quermesse com diversas barracas de alimentação. A Capela Santa Maria Goretti fica na rua Dr. Cervantes Arantes, 589, no Jardim Vale do Sol, entre a DIG de Rio Preto e o campo de futebol do bairro. Mais informações pelo fone (17) 99775-1075 Venâncio. Quem foi seu nome de batismo era Maria Teresa Goretti, nasceu em 16 de Outubro de 1890, em Corinaldo, Província de Ancona, Itália, filha de Luigi Goretti e Assunta Carlini. Era a terceira de seis filhos. Suas irmãs chamavam-se Teresa e Ersilia; seus irmãos eram Angelo, Sandrino e Mariano. Quando tinha seis anos, sua família tornou-se tão pobre que foram forçados a deixar sua fazenda e trabalhar para outros fazendeiros. Em 1899, mudaram-se para Le Ferriere, próximo a atual Latina e Nettuno, em Lazio, onde viviam em um prédio conhecido como "La Cascina Antica", compartilhada com a família Serenelli, cujo filho Alessandro Serenelli viria a ser seu algoz, três anos depois. Morte Em 6 de Julho de 1902, Alessandro, então com 20 anos, encontrou a menina de 11 anos costurando, sozinha em casa. Ele entrou e a ameaçou de morte se ela não fizesse o que ele mandava. A intenção do rapaz era estuprá-la, porém, ela não se submeteu, ajoelhou-se, protestando que seria um pecado mortal e avisando Alessandro que poderia ir para o Inferno. Ela desesperadamente lutou para evitar o estupro, gritava "Não! É um pecado! Deus não gosta disto!". Alessandro primeiro tentou controlá-la, mas como ela insistia que preferia morrer, ele a apunhalou 11 vezes. Ferida, Maria tentou alcançar a porta, mas ele a agarrou e deu mais três punhaladas, antes de fugir. Beatificação Em 27 de Abril de 1947, o Papa Pio XII celebrou a cerimonia de beatificação na Basílica de São Pedro. Ao final da celebração, o Papa caminhou até Assunta, a mãe de Maria. "Quando eu vi o Papa vindo na minha direção, eu rezei, Nossa Senhora, por favor me ajude. Ele colocou sua mão na minha cabeça e disse, abençoada mãe, feliz mãe, mãe de uma abençoada por Deus. Ambos tinham lágrimas nos olhos. Três anos após, em 24 de Junho de 1950, o Papa Pio XII canonizou Goretti como santa, a "Santa Agnes do século XX". Assunta estava presente na cerimonia, junto com os quatro irmãos e irmãs ainda vivos. Segundo algumas fontes, ela foi a primeira mãe a estar presente na canonização de seu filho. Mas, talvez, seja a segunda, pois a mãe de São Luiz Gonzaga talvez tenha estado presente na sua canonização. Alessandro Serenelli também estava presente na celebração.

quarta-feira, 11 de junho de 2014


Sacrário para quem não sabe é o local onde se guardam as espécies de pão consagradas, Corpo de Jesus! Ao entrarmos e ao sairmos fazemos uma genuflexão com o joelho direito. (A genuflexão, que se faz dobrando o joelho direito até ao solo, significa adoração) Não entre e saia como se estivesse entrando ou saindo de uma loja de departamento. É Cristo que está ali na Hóstia consagrada. Tem católico que acha que é um simples "armário" para guardar hóstias. Cristo está ali. Nas hóstias consagradas. # prisãodeamor "Gosto de chamar “prisão de amor” ao Sacrário. - Há vinte séculos que Ele está ali..., voluntariamente encerrado!, por mim, e por todos" (São Josemaria Escrivá)

quarta-feira, 30 de abril de 2014

Canonização São João Paulo II e São João XXIII

Canonização: Papa destaca coragem de JPII e João XXIII DOMINGO, 27 DE ABRIL DE 2014, 6H14 MODIFICADO: SEGUNDA-FEIRA, 28 DE ABRIL DE 2014, 8H02 Share on facebookShare on google_plusone_shareShare on twitterShare on emailShare on print Na homilia, Francisco destacou dos santos João Paulo II e João XXIII a coragem e a docilidade ao Espírito Santo Jéssica Marçal Da Redação homilia papa francisco_canonização Papa Francisco durante a homilia na Missa de canonização dos beatos João Paulo II e João XXIII / Foto: Reprodução CTV João Paulo II e João XXIII foram proclamados santos, neste domingo, 27, festa da Divina Misericórdia, pelo Papa Francisco. A cerimônia reuniu, no Vaticano, cerca de 500 mil pessoas de diversas partes do mundo e foi concelebrada com o Papa Emérito Bento XVI. Após o rito da canonização, Francisco celebrou a Missa e, na homilia, destacou a coragem dos dois santos e sua docilidade ao Espírito Santo. Acesse .: Íntegra da homilia .: Papa Francisco canoniza João Paulo II e João XXIII Na homilia, o Santo Padre lembrou que, neste dia em que se encerra a Oitava de Páscoa, encontram-se as chagas gloriosas de Jesus Ressuscitado, chagas que, segundo o Papa, constituem também a verificação da fé, o sinal do amor de Deus. Ele destacou que João Paulo II e João XXIII tiveram a coragem de contemplar as feridas de Jesus e tocar as suas mãos chagadas. “Não tiveram vergonha da carne de Cristo, não se escandalizaram d’Ele, da Sua cruz; não tiveram vergonha da carne do irmão (cf. Is 58, 7), porque em cada pessoa atribulada viam Jesus. Foram dois homens corajosos, cheios da parresia do Espírito Santo, e deram testemunho da bondade de Deus, da sua misericórdia, à Igreja e ao mundo”. Francisco recordou que esses dois santos foram sacerdotes, bispos e Papas do século XX. Embora tenham conhecido tragédias, não foram vencidos por elas, pois Deus era mais forte neles. Ele também destacou a esperança viva que revestia João Paulo II e João XXIII, uma esperança vinda da Ressurreição de Cristo. “A esperança e a alegria pascais, passadas pelo crisol do despojamento, do aniquilamento, da proximidade aos pecadores levada até ao extremo, até à náusea pela amargura daquele cálice. Estas são a esperança e a alegria que os dois santos Papas receberam como dom do Senhor Ressuscitado, tendo-as, por sua vez, doado em abundância ao povo de Deus, recebendo sua eterna gratidão”. Enfatizando que são os santos que levam a Igreja adiante e a fazem crescer, Francisco lembrou que, na convocação do Concílio Vaticano II, João XXIII demonstrou delicada docilidade ao Espírito Santo. “Este foi o seu grande serviço à Igreja; foi o Papa da docilidade ao Espírito”. Já João Paulo II, em seu serviço ao povo de Deus, foi o Papa da família. “Ele mesmo disse uma vez que assim gostaria de ser lembrado: como o Papa da família. Apraz-me sublinhá-lo no momento em que estamos a viver um caminho sinodal sobre a família e com as famílias, um caminho que ele seguramente acompanha e sustenta do Céu”. Francisco encerrou a homilia pedindo a intercessão dos dois santos para que, nesses dois anos de caminho sinodal, a Igreja seja dócil ao Espírito Santo no serviço pastoral à família. “Que ambos nos ensinem a não nos escandalizarmos das chagas de Cristo, a penetrarmos no mistério da misericórdia divina que sempre espera, sempre perdoa, porque sempre ama”. Na canonização dos dois beatos, estavam presentes mais de 120 delegações, das quais 24 são entre chefes de Estado e monarcas e 10 chefes de governo. O número de voluntários chegou a 26 mil e o de policiais, 10 mil. Ao fim da celebração e antes de rezar o Regina Coeli, oração mariana no tempo pascal, Francisco saudou e agradeceu a todos os que se empenharam nos preparativos da canonização e a todos os que participaram, inclusive pelos meios de comunicação. “O meu reconhecimento vai às delegações oficiais de tantos países, que vieram para prestar homenagem aos dois Pontífices que contribuíram de maneira indelével para a causa do desenvolvimento dos povos e da paz”, disse. Acesse .: Todas as matérias especiais sobre a canonização de João Paulo II e João XXIII

quinta-feira, 20 de março de 2014

A receita do Papa Francisco para fazer o amor durar.

O segredo está em entender de que amor estamos falando e em usar três palavras mágicas na vida cotidiana do casal Hoje em dia existe muito medo de tomar decisões definitivas, como a de casar-se, pois as pessoas consideram impossível manter o amor vivo ao longo dos anos. O Papa Francisco fala deste tema e nos convida a não nos deixarmos vencer pela "cultura do provisório", pois o amor que fundamenta uma família é um amor para sempre. O que entendemos por "amor"? Com a sabedoria e a simplicidade que o caracterizam, o Papa Francisco começa com um importante esclarecimento sobre o verdadeiro significado do amor, já que, diante do medo do "para sempre", muitos dizem: "Ficaremos juntos enquanto o amor durar". Então, ele pergunta: "O que entendemos por 'amor'? Só um sentimento, uma condição psicofísica? Certamente, se é assim, não se pode construir nada sólido. Mas se o amor é uma relação, então é uma realidade que cresce, e também podemos dizer, por exemplo, que se constrói como uma casa. E a casa é construída em companhia do outro, não sozinhos! Não queiram construí-la sobre a areia dos sentimentos, que vão e vêm, mas sim sobre a rocha do amor verdadeiro, o amor que vem de Deus." "O matrimônio é um trabalho de ourivesaria que se constrói todos os dias ao longo da vida. O marido ajuda a esposa a amadurecer como mulher, e a esposa ajuda o marido a amadurecer como homem. Os dois crescem em humanidade e esta é a principal herança que deixam aos filhos", acrescenta. Três palavras mágicas para fazer o casamento durar O Papa esclarece que o "para sempre" não é só questão de duração. "Um casamento não se realiza somente se ele dura, sua qualidade também é importante. Estar juntos e saber amar-se para sempre é o desafio dos esposos." E fala sobre a convivência matrimonial: "Viver juntos é uma arte, um caminho paciente, bonito e fascinante (...) que tem regras que se podem resumir exatamente naquelas três palavras: 'posso?', 'obrigado' e 'desculpe'". "'Posso?' é o pedido amável de entrar na vida de alguém com respeito e atenção. O verdadeiro amor não se impõe com dureza e agressividade. São Francisco dizia: 'A cortesia é a irmã da caridade, que apaga o ódio e mantém o amor'. E hoje, nas nossas famílias, no nosso mundo amiúde violento e arrogante, faz falta muita cortesia." "Obrigado': a gratidão é um sentimento importante. Sabemos agradecer? (...) É importante manter viva a consciência de que a outra pessoa é um dom de Deus, e aos dons de Deus diz-se 'obrigado'. Não é uma palavra amável para usar com os estranhos, para ser educados. É preciso saber dizer 'obrigado' para caminhar juntos." "'Desculpe': na vida cometemos muitos erros, enganamo-nos tantas vezes. Todos. Daí a necessidade de utilizar esta palavra tão simples: 'desculpe'. Em geral, cada um de nós está disposto a acusar o outro para se desculpar. É um instinto que está na origem de tantos desastres. Aprendamos a reconhecer os nossos erros e a pedir desculpa. Também assim cresce uma família cristã." Finalmente, o Papa acrescenta, com bom humor: "Todos sabemos que não existe uma família perfeita, nem o marido ou a mulher perfeitos. Isso sem falar da sogra perfeita...". E conclui: "Existimos nós, os pecadores. Jesus, que nos conhece bem, ensina-nos um segredo: que um dia não termine nunca sem pedir perdão, sem que a paz volte à casa. Se aprendemos a pedir perdão e a perdoar aos outros, o matrimônio durará, seguirá em frente." sources: LaFamilia.info

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

João Paulo II e João XXIII serão canonizados em 27 de abril de 2014

João Paulo II e João XXIII serão canonizados em 27 de abril de 2014 Cidade do Vaticano (RV) – Nesta segunda-feira, 30, Papa Francisco anunciou a data da canonização dos Papas João Paulo II e João XXIII: 27 de abril de 2014, II Domingo de Páscoa, da Divina Misericordia. A decisão foi tomada durante o consistório ordinário público convocado especialmente para aprovar as causas de canonização dos dois pontífices. A celebração teve início às 10h (horário de Roma), e contou com a presença dos cardeais presentes em Roma. Dentre eles, dois brasileiros: Dom João Braz de Aviz, Prefeito da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica, e Dom Raymundo Damasceno Assis, arcebispo de Aparecida. A decisão de unir no mesmo dia a canonização dos seus dois predecessores foi explicada pelo Papa Francisco, em julho passado, como uma mensagem para a Igreja, porque os “dois são bons, são dois bons”.Karol Jozef Wojtyla foi eleito Papa no dia 16 de outubro de 1978. Nasceu em Wadowice (Polônia), em 18 de maio de 1920, e morreu no Vaticano, em 2 de abril de 2005. Em quase 27 anos de pontificado, João Paulo II escreveu 14 Encíclicas, 15 Exortações Apostólicas, 11 Constituições Apostólicas e 45 Cartas Apostólicas. Em seu pontificado, fortaleceu a fé da Igreja promulgando o Catecismo da Igreja Católica. Promoveu um intenso itinerário de vida espiritual com o Ano da Redenção, o Ano Mariano, o Ano da Eucaristia e o Jubileu do Ano 2000 e criou as Jornadas Mundiais da Juventude (JMJ), aproximando a Igreja dos jovens. O primeiro milagre do Papa João Paulo II foi o da irmã francesa Marie Simon-Pierre, que ficou curada da doença de Parkinson. Com ele, teve início o processo de canonização de João Paulo II. O pontífice polonês foi proclamado beato pelo Papa emérito Bento XVI em 1º de maio de 2011, na Praça de São Pedro. A Igreja Católica celebra a memória litúrgica de João Paulo II no dia 22 de outubro, data que assinala o dia de início de pontificado do Papa em 1978. Angelo Giuseppe Roncalli, o Papa João XXIII, nasceu em 1881 na localidade de Sotto il Monte, Bergamo, onde foi pároco e professor no seminário, secretário do bispo e capelão do exército durante a I Guerra Mundial. João XXIII iniciou a sua carreira diplomática como visitador apostólico na Bulgária, de 1925 a 1935; foi depois delegado apostólico na Grécia e Turquia, de 1935 a 1944, e Núncio Apostólico na França, de 1944 a 1953. Em 1953, Angelo Roncalli foi nomeado Patriarca de Veneza e no dia 28 de outubro de 1958 foi eleito Papa, sucedendo a Pio XII. Aos 77 anos, em 1962, João XXIII, resolveu “arejar” a Igreja e inaugurou o Concílio Vaticano II. Morreu um ano depois.“O Papa bom” foi declarado beato por João Paulo II no dia 3 de setembro de 2000. Seu processo de canonização tem uma particularidade considerada rara na história da Igreja: ficou isento do reconhecimento de um segundo milagre – condição necessária para que um beato seja elevado a santo. (CM) Por Rádio Vaticano - See more at: http://www.jp2.org.br/noticias/joao-paulo-ii-e-joao-xxiii-serao-canonizados-em-27-de-abril-de-2014/#sthash.52byYzH0.dpuf

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Papa recorda presença no Brasil: “Brava gente”


Papa recorda presença no Brasil: “Brava gente”

Audiencia 4set13 t2
“Saiam de vocês mesmos, de todo fechamento para levar a luz e o amor do Evangelho a todos, até as extremas periferias da existência!”
Na quarta-feira, 4 de setembro, em sua primeira audiência geral passados mais de dois meses, o Papa Francisco dedicou sua catequese à viagem que fez ao Brasil, por ocasião da Jornada Mundial da Juventude.
“Passou mais de um mês”, recordou o Papa, “mas considero importante falar deste evento para entender melhor o seu significado”. Antes de tudo, o Pontífice agradeceu a Deus o “presente” de poder voltar ao continente americano e o Santuário de Nossa Senhora Aparecida, “importante para a história da Igreja no Brasil e na América Latina”, por tê-lo acompanhado durante toda a viagem.
Mais uma vez, agradeceu aos organizadores e às autoridades civis e eclesiásticas e a todos os brasileiros pela acolhida. “Brava gente” esses brasileiros, disse, afirmando ser o acolhimento a primeira palavra que emerge da viagem ao Brasil. Para Francisco, a generosidade das famílias e das paróquias brasileiras que acolheram fraternalmente os peregrinos, superando as dificuldades e inconvenientes, criou uma verdadeira rede de amizade.
A segunda palavra é festa. Ver jovens do mundo inteiro, saudando-se e abraçando-se é um testemunho para todos. Contudo, a JMJ é acima de tudo uma festa da fé: todos unidos para louvar e adorar o Senhor.
O terceiro elemento é a missão. “Ide e fazei discípulos entre todas as nações” foi o tema da Jornada do Rio. O mandato de Cristo aos seus discípulos foi acompanhado da certeza de que estaria com eles todos os dias. “Isso é fundamental”, disse o Papa, pois somente com Ele nós podemos levar o Evangelho, sem Cristo nada podemos fazer. Com Ele, ao invés, podemos fazer tantas coisas. Mesmo um jovem, que aos olhos do mundo conta pouco ou nada, aos olhos de Deus é um apóstolo do Reino, é uma esperança para Deus! Francisco então se dirigiu diretamente à juventude:
“Saiam de vocês mesmos, de todo fechamento para levar a luz e o amor do Evangelho a todos, até as extremas periferias da existência! Este foi precisamente o mandato de Jesus que confiei aos jovens que lotavam a perder de vista a praia de Copacabana. Um lugar simbólico, a margem do oceano, que lembrava a margem do lago da Galileia.”
Os jovens que estavam no Rio, prosseguiu o Pontífice, não são notícia porque não fazem escândalos e atos violentos. Mas se permanecerem unidos a Jesus, eles constroem o seu Reino, constroem fraternidade e são uma força potente para tornar o mundo mais justo e mais belo para transformá-lo. E Francisco pediu coragem à juventude mundial para assumir o desafio de ser esta força de amor e de misericórdia para mudar a realidade. E concluiu:
“Queridos amigos, a experiência da JMJ nos recorda a verdadeira grande notícia da história, a Boa Nova, mesmo que não apareça nos jornais e na televisão. Acolhimento, festa, missão: que essas não sejam mera lembrança do que aconteceu no Rio, mas sejam ânimo da nossa vida e a de nossas comunidades.”
Na saudação aos peregrinos, aos de língua portuguesa saudou de modo especial os brasileiros, dizendo estar com saudade de sua visita a Aparecida e ao Rio. Aos poloneses, recordou que a próxima JMJ será em Cracóvia.

quinta-feira, 4 de julho de 2013

DIA 04 DE JULHO - SANTA ISABEL DE PORTUGAL


Conheça a história de Santa Maria Goretti




06 de julho Dia de Santa Maria Goretti

Ó branco lírio dos campos, Maria Goretti, que para defender o teu cantor, suportaste corajosamente o martírio, sirva-nos o teu exemplo, com o auxílio de Deus, de estímulo na observância, também heróica dos mandamentos divinos. Estende a tua proteção sobre todos os jovens, de modo especial, sobre os que se encontram em maior perigo. Fortalece o amor e a união de nossas famílias. Irradia em todos os corações aquele amor à bela virtude, que te fez preferir a morte ao pecado, e abre-os à caridade que se inspirou o generoso perdão. Ajuda-nos a sair vitoriosos das provas da vida, para que, fiéis aos deveres cristãos na terra, mereçamos o prêmio eterno no céu. Amém. Visitem nossa Capela Santa Maria Goretti e venham nos prestigiar em sua festa!

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Processo de Canonização Reconhecido segundo milagre por intercessão de João Paulo II

Processo de Canonização Reconhecido segundo milagre por intercessão de João Paulo II A comissão teológica da Congregação para a Causa dos Santos aprovou o segundo milagre atribuído à intercessão de João Paulo II. O reconhecimento abre caminho para a canonização do Papa polonês, mas antes deverá ser aprovada também por uma comissão de cardeais e bispos e autorizada por decreto pelo Papa Francisco. A notícia da aprovação do segundo milagre já provocou reações em Cracóvia, onde o Arcebispo Stanislaw Dziwisz, ex-secretário de João Paulo II, afirmou que “Papa Francisco não colocará à prova a paciência dos poloneses”. “Existe muita esperança de que a canonização ocorra no domingo 20 de outubro”, disse ele, recordando que é a data em que se celebra o 35º aniversário da eleição de Wojtyla. O Arcebispo Dziwisz foi recebido pelo Papa Francisco no Vaticano no último sábado. O Cardeal Karol Wojtyla foi eleito Papa em 16 de outubro de 1978. No dia 22, celebrou a Missa de início de pontificado. Em 1º de maio de 2011, Bento XVI proclamou-o Beato, após a comprovação da cura – inexplicável para a ciência, da Irmã Marie Simon Pierre, que sofria do Mal de Parkinson. Por Canção Nova, com Rádio Vaticano - See more at: http://noticiascatolicas.com.br/reconhecido-segundo-milagre-por-intercessao-de-joao-paulo-ii.html#sthash.trt9AYZu.dpuf

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Bento XVI anuncia demissão 08:45 - 11/02/2013 Cidade do Vaticano (RV) - Bento XVI anunciou esta segunda-feira que se demitirá no dia 28 de fevereiro. Eis o texto integral do anúncio: Caríssimos Irmãos, convoquei-vos para este Consistório não só por causa das três canonizações, mas também para vos comunicar uma decisão de grande importância para a vida da Igreja. Depois de ter examinado repetidamente a minha consciência diante de Deus, cheguei à certeza de que as minhas forças, devido à idade avançada, já não são idóneas para exercer adequadamente o ministério petrino. Estou bem consciente de que este ministério, pela sua essência espiritual, deve ser cumprido não só com as obras e com as palavras, mas também e igualmente sofrendo e rezando. Todavia, no mundo de hoje, sujeito a rápidas mudanças e agitado por questões de grande relevância para a vida da fé, para governar a barca de São Pedro e anunciar o Evangelho, é necessário também o vigor quer do corpo quer do espírito; vigor este, que, nos últimos meses, foi diminuindo de tal modo em mim que tenho de reconhecer a minha incapacidade para administrar bem o ministério que me foi confiado. Por isso, bem consciente da gravidade deste acto, com plena liberdade, declaro que renuncio ao ministério de Bispo de Roma, Sucessor de São Pedro, que me foi confiado pela mão dos Cardeais em 19 de Abril de 2005, pelo que, a partir de 28 de Fevereiro de 2013, às 20,00 horas, a sede de Roma, a sede de São Pedro, ficará vacante e deverá ser convocado, por aqueles a quem tal compete, o Conclave para a eleição do novo Sumo Pontífice. Caríssimos Irmãos, verdadeiramente de coração vos agradeço por todo o amor e a fadiga com que carregastes comigo o peso do meu ministério, e peço perdão por todos os meus defeitos. Agora confiemos a Santa Igreja à solicitude do seu Pastor Supremo, Nosso Senhor Jesus Cristo, e peçamos a Maria, sua Mãe Santíssima, que assista, com a sua bondade materna, os Padres Cardeais na eleição do novo Sumo Pontífice. Pelo que me diz respeito, nomeadamente no futuro, quero servir de todo o coração, com uma vida consagrada à oração, a Santa Igreja de Deus. Vaticano, 10 de Fevereiro de 2013. BENEDICTUS PP XVI Fonte: Radio Vaticano

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Vivendo e aprendendo!: Aconteceu hoje o primeiro encontro Lectio D...

Vivendo e aprendendo!:






Aconteceu hoje o primeiro encontro Lectio D...
: Aconteceu hoje o primeiro encontro Lectio Divina no Rio de Janeiro!

Voluntários do COL se reuniram para esse momento de r...
Aconteceu hoje o primeiro encontro Lectio Divina no Rio de Janeiro! Voluntários do COL se reuniram para esse momento de reflexão de leitura da palavra! Reúne um grupo aí e faça você também! Acesse www.rio2013.com e saiba mais!

domingo, 21 de outubro de 2012

22 de outubro, dia do Beato João Paulo II
Intercede por nós, querido amigo!

Ó Trindade Santa, nós Vos agradecemos por ter dado à Igreja o Beato João Paulo II e por ter feito resplandecer nele a ternura da vossa Paternidade, a glória da cruz de Cristo e o esplendor do Espírito de amor. Confiando totalmente na vossa infinita misericórdia e na materna intercessão de Maria, ele foi para nós uma imagem viva de Jesus Bom Pastor, indicando-nos a santidade como a mais alta medida da...

vida cristã ordinária, caminho para alcançar a comunhão eterna Convosco. Segundo a Vossa vontade, concedei-nos, por sua intercessão, a graça que imploramos…, na esperança de que ele seja logo inscrito no número dos vossos santos. Amém.
Bem-aventurado João Paulo II, rogai por nós!

Com aprovação eclesiástica / Agostino Card. Vallini / Vigário geral de Sua Santidade para a Diocese de Roma

Novena e Ofício do dia: http://www.jp2.org.br/devocional/

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Vídeo do Hino Oficial JMJ

Cristo nos convida: "venham meus amigos"
Cristo nos envia: "sejam missionários"
Esse é o refrão que vai embalar a Jornada Mundial da Juventude Rio2013. A Música "Esperança do Amanhecer" foi apresentada na festa "Aventura da Cruz", no dia 14 de Setembro, e o vídeo oficial foi ao ar no último domingo no "Fantástico". 
É mais um passo na preparação da grande jornada que marcará a história de muitos jovens de todo planeta. Ajude com suas orações para esse momento especial seja um momento inesquecível para todo mundo!

sexta-feira, 6 de julho de 2012

06 de julho - Dia de Santa Maria Goretti

                                                  O Santo Padre Pio XII no dia 24 de julho de 1950 canonizou Maria Goretti, angelical jovem italiana e mártir da castidade aos 12 anos.
                                                  Maria Goretti, a Santa Inês do século XX, é um modelo perfeito de amor à virgindade.
                                                  Em Corinaldo, pequena povoação da Itália, a cinqüenta quilômetros da Ancona, nasceu Maria Goretti, dia 16 de outubro de 1890, sendo seus pais Luís Goretti e Assunção Carlini, que chegaram a educar sete filhos, em meio de dificuldades econômicas de vida. Como bons cristãos sabiam confiar na Providência do Pai celestial, que está no céu.
                                                  Em busca, de sustento, percorreram vários povoados e aldeias, estabelecendo-se, finalmente, em Agro Pontinho, onde a 6 de maio de 1900, faleceu o pai de nossa heroína.
SITUAÇÃO TRÁGICA
                                                  Naquela situação trágica, Maria Goretti, que apenas contava nove anos de idade, ajudava sua mãe e procurava animá-la, dizendo:
-         Coragem, mamãe! a Providência nos guardará!  A  Senhora há de ver como iremos à frente!
                                                  E a Mãe com o apoio de sua filhinha transformou-se em a mulher forte da Sagrada Escritura.
                                                  Após um ano que o pai havia falecido, conseguiram colher 300 quintais de trigo e 96 de favas, mas ao fazer as contas viram que faltavam 95 liras para pagar as dívidas.
                                                  Nas circunstâncias de penúria e miséria em que viviam, ainda em vida de seu marido, para que pudessem vencer as dificuldades financeiras, uniram-se com a família Serenelli, composta do pai viúvo, chamado João, com sessenta anos, e de seus dois filhos, Gaspar e Alexandre.
TERRÍVEL BATALHA
                                                  Dia 5 de julho de 1902, pela tarde, sob um calor sufocante, achavam-se Assunção, mãe de Maria, e Alexandre Serenelli, trabalhando no campo de favas, a guiar dois “barrozze” ou arados puxados por bois.
                                                  Maria Goretti achava-se, porém, em casa, a costurar uma camisa, como lhe havia pedido Alexandre.
                                                  Em dado momento, já premeditado, Alexandre vai visitar Maria Goretti, dando qualquer desculpa a sua mãe, para que ficasse sozinha trabalhando com o arado. E assim fez.
                                                  Com a alma cheia de sensualidade, Alexandre chamou por Maria. E o rapaz já se havia munido de uma barra de aço de uns vinte e quatro centímetros, afiada na ponta como um estilete, e que ele deixara em uma mesa próxima.
                                                  Maria começou a tremer pois, conforme declarações posteriores do próprio assassino, ele havia tentado seduzi-la duas vezes, e a jovem conseguira escapar de suas garras, enquanto cobria seu rosto cheio de rubor pelas atrevidas propostas que em sua inocência não podia compreender.
                                                  Alexandre, ao ver que Maria não queria acudir ao chamado, em um abrir e fechar de olhos, a tomou violentamente pelos braços, tapou-lhe a boca com a mão, arrastou-a para dentro, enquanto fechava a porta com um ponta-pé.
                                                  Diz o Processo Canônico que Maria Goretti, aquela débil menina de doze anos incompletos encontrou forças, para lutar com um leão, somente para defender o tesouro mais querido de sua vida.
     -         Não!  Não!  É pecado!. . .   Não! . . . Não! . . . Que estás fazendo, Alexandre . . . Irás para o inferno!

O MARTÍRIO
                                                  Diante daquela defesa heróica da jovem mártir, o criminoso agarrou a barra de aço e a cravou repetidas vezes naquele corpo virginal. Maria como uma expressão que enterneceria às próprias pedras, exclamava:
      -         Meu Deus!  Meu Deus! . . .  Estou morrendo . . .  Mamãe! . . .  Mamãe! . . .
                                                  Alexandre pensou que ela estivesse morta; Maria, porém, que ainda vivia, começou a pedir socorro a João, o pai do assassino.
                                                  Então Alexandre em seu furor diabólico, apertou a garganta da virgem cristã, desferindo novos golpes com a arma homicida, deixando-a novamente como estivesse morta.
                                                  Maria conseguira a maior batalha de sua vida: conservar a virgindade!
                                                  Acudiram logo Mário e Tereza Cimarelli e outras testemunhas, e até a própria mãe da vítima.
 
-         Maria, minha filha que aconteceu? Quem foi . . .  Diga-me, diga-me exclamou sua mãe, surpreendida e emocionada.
-         Foi Alexandre!
-         E por que fez isto?
-         Ele queria fazer coisas más, e eu não quis e não deixei.
                                                  E o criminoso, poucas horas depois, era levado à prisão, entre os gritos furiosos dos vizinhos, que o queriam linchar.  A pobre vítima ficou quase despedaçada.
                                                  Conforme o documento da autópsia, tinha quatorze feridas, nove das quais eram profundas em lesões do coração, pulmão esquerdo, do diafragma, do intestino delgado, do ilíaco, do mesentério. Foi um verdadeiro milagre viver, ainda vinte quatro horas!
                                                  Levaram-na para o Hospital dos Irmãos de São João de Deus, em Nettuno.
                                                  Os médicos tudo fizeram para salvar aquela vida, a sofrer duas horas de verdadeiro martírio, enquanto durou a laparotomia, único recurso, porque não lhe foi possível aplicar anestesia, devido seu estado não o permitir.
                                                  Naquela mesma noite, Maria foi inscrita na Congregação das Filhas de Maria osculando a medalha com verdadeira alegria, em meio à dor que queimava os débeis membros daquela terna açucena.
ALMA HERÓICA
                                                    Na manhã seguinte, domingo, 6 de julho, recebeu a Sagrada Comunhão. Foi comovente a cena que se passou. A sua mãe perguntou-lhe:
-         Maria, minha filha, você perdoa de todo coração ao seu assassino?
-         Sim, perdôo . . . Lá do Céu rogarei para que se arrependa. Ainda mais: quero que ele esteja junto de mim na eterna glória.
                                                  O sacerdote que assistia aquela cena, perguntando também, se Maria perdoava, recebeu as mesmas respostas, e comovido derramou ardentes lágrimas de consolo.
                                                  E a verdade é que Maria conseguiu seu intento, porque no Processo Canônico para a beatificação aparece entre as primeiras testemunhas, Alexandre Serenelli, disposto a não afastar nenhuma humilhação de sua própria pessoa, com tal que fosse para a glória de sua vítima e hoje sua protetora no Céu.
                                                  E aquela fragrante açucena deixou de existir às 15,45 do dia 6 de julho de 1902. O seu enterro não foi um funeral, mas, sim, um verdadeiro triunfo!
                                                  Os restos mortais dessa humilde camponesa italiana repousavam desde 1926 no belo mausoléu de Zaccagnini, erigido para ela no Santuário de Nossa Senhora das Graças, em Nettuno.

O AGRESSOR - PRISÃO, CONVERSÃO, INGRESSO NO MOSTEIRO 
                                                    Alexandre Serenelli,  preso logo após a violenta investida,  foi julgado e  condenado a trabalhos forçados e cumpriu 30 anos de pena, quando recebeu o perdão por sua boa conduta.  Ele próprio declarou ter tido uma visão da  mártir, fato que culminou em sua conversão.  A mãe, os  irmãos e  o próprio assassino puderam assistir em 1950 a solene canonização de Santa Maria Goretti na Praça de São Pedro, então  presidida pelo Papa Pio XII.
                                                    Em 1936,  Alexandre Serenelli ingressara num mosteiro capuchinho e lá viveu o resto de seus dias como frade contemplativo, em vida santa e penitente. Ele próprio, sentindo a aproximação da morte,  escreve de punho um belo e comovente testemunho: 
"Sou um ancião de quase oitenta anos e estou pronto para partir. Dando uma olhadela ao meu passado, reconheço que na minha primeira juventude escolhi o mau caminho, o caminho do mal que me levou à ruína. Via, através da imprensa, os espectáculos e os maus exemplos que a maioria dos jovens seguem nesse mau caminho, sem refletir. E eu fiz o mesmo sem me preocupar com nada.
Tinha perto de mim pessoas que criam e viviam a sua fé, mas não reparava nisso, cego por uma força selvagem que me arrastava para o mau caminho. Quando tinha vinte anos, cometi um crime passional, que hoje fico horrorizado só em recordar. Maria Goretti, agora uma santa, foi o anjo bom que a Providência pôs no meu caminho. Ainda tenho impressas no meu coração as suas palavras de reprovação e de perdão. Ela rezou por mim, intercedeu por mim, seu assassino.
Depois, vieram 30 anos de cárcere. Se não fosse então menor de idade, teria sido condenado a prisão perpétua. Aceitei a sentença que merecia, expiei com resignação a minha culpa. Maria [Goretti] foi realmente a minha luz e a minha protetora; com a sua ajuda, portei-me bem e tratei de viver honestamente quando fui novamente aceito entre os membros da sociedade. Os filhos de São Francisco, os capuchinhos de le Marche, receberam-me no seu mosteiro com a sua angélica caridade, não como um criado, mas como um irmão. Com eles convivo desde 1936.
Agora estou serenamente à espera de ser admitido à visão de Deus, abraçar de novo os meus entes queridos, estar junto do meu anjo protector e da sua querida mãe, Assunta.
Desejaria que os que vierem a ler estas linhas aprendessem o estupendo ensinamento de evitar o mal e de seguir sempre o bom caminho, desde a infância. Pensem que a Religião, com os seus mandamentos, não é algo que possa pôr-se de lado, mas sim o verdadeiro consolo, a única via segura em todas as circunstâncias, também nas mais dolorosas da vida. Paz e bem!"
Reflexões:

Se a imprensa e os espetáculos da época,  conforme atestou Frei Alexandre, foi causa de tanto dano aos jovens que lhe foram contemporâneos, isso há mais de 100 anos atrás,  que dizer da imprensa hoje, representada por vasto leque, desde os meios escritos, radiofônicos, televisivos até os do mundo virtual,  que tanto lixo lança em nossos lares diariamente?  Não é à toa que o Santo Padre sofre tantas investidas quando reafirma a posição da Igreja contra o sexo antes do casamento, prostituição, aborto e métodos contraceptivos;  hoje a apologia a métodos e convenções pecaminosas fazem parte da rotina e os profissionais da imprensa, especialmente seus dirigentes são os primeiros responsáveis e, por seus atos, certamente prestarão contas no dia do Juízo. Sobre isto, lembremo-nos o que diz o Divino Mestre:  

"Porque, a quem muito se tiver dado, muito lhe será exigido; quanto mais se confia a alguém, mais dele se exigirá." (Lc 12, 48)

"Ai do mundo, por causa dos escândalos! Eles são inevitáveis, mas ai daquele homem por quem vem o escândalo." (Mt 18, 7)

A inocência das crianças parece hoje comprometida e a nossa inércia, apatia ou aprovação, nos torna  co-responsáveis. Se participamos desse concluio coletivo,  terreno e carnal e aceitamos, difundimos ou não usamos do rigor necessário com nossos filhos impondo-lhes limites, comprometemos a salvação de toda a família.  Do embalo sucessivo das ondas do mundo não nos devemos agremiar,   mas lutar com todas as forças e tendo por referência a doutrina e os ensinamentos da Santa Igreja,  de política impopular e cuja voz é doída aos ouvidos, porque baseada na verdade que conduz à salvação da alma.   Já,  a voz do mundo, é gostosa de ouvir, porque enaltece o ter, o poder, o prazer, enfim a "liberdade" na sua máxima expressão que conduz à perdição eterna, ao inferno.  É, portanto, hora de reflexão e conversão, pois que ninguém sabe se amanhã o coração estará ainda batendo ao peito. 

O único e verdadeiro tesouro que os pais deixam aos filhos são os ensinamentos da Santa Religião. Afinal, eles garantem a eternidade,  garantem que um dia nossa família estará TODA REUNIDA,  com Maria, anjos e santos, na morada eterna de Deus. 

A história do Frei Alexandre Serenelli nos mostra quão grande é a misericórdia divina ao pecador que se arrepende. Pagou sua dívida perante os homens e dedicou anos de mosteiro em vida de duras penitências e extrema santidade. 

Que Santa Maria Goretti, portadora do perdão e da caridade cristã, de pureza em grau elevadíssimo, interceda por todos nós, especialmente pelas crianças, adolescentes e jovens, e que a sociedade reencontre a santidade, a candura, o verdadeiro amor, que ensina a doutrina da Igreja de Cristo.     

Você é de qual religião?