Imaculada Conceição de Maria
O dogma da Imaculada Conceição de Maria é um dos dogmas mais queridos ao coração do povo cristão. Os dogmas da Igreja são as verdades que não mudam nunca, que fortalecem a fé que carregamos dentro nós e que não renunciamos nunca.
A convicção da pureza completa da Mãe de Deus, Maria, ou seja, esse dogma foi definido em 1854 pelo Papa Pio IX, através da bula \\\"Ineffabilis Deus\\\", mas antes disso a devoção popular à Imaculada Conceição de Maria já era extensa. A festa já existia no oriente e na Itália meridional, então dominada pelos bizantinos, desde o século VII.
A festa não existia oficialmente no calendário da Igreja. Os estudos e discussões teológicas avançaram através dos tempos sem um consenso positivo. Quem resolveu a questão foi um frade franciscano escocês e grande doutor em teologia, chamado Beato João Duns Scoto, que morreu em 1308. Na linha de pensamento de São Francisco de Assis, ele defendeu a Conceição Imaculada de Maria, como ínicio do projeto central de Deus: o nascimento do seu Filho feito homem para a redenção da humanidade.
Transcorrido mais um longo tempo, a festa acabou sendo incluída no calendário romano em 1476. Em 1570 foi confirmada e formalizada pelo Papa Pio V, na publicação do novo ofício e, finalmente, no século XVIII, o Papa Clemente XI tornou-a obrigatória a toda a cristandade.
Quatro anos mais tarde, as aparições de Lourdes foram as prodigiosas confirmações dessa verdade, do dogma. De fato, Maria proclamou-se explicitamente com a prova de incontáveis milagres: \\\"Eu sou a Imaculada Conceição\\\".
Deus quis preparar ao seu Filho uma digna habitação. No seu projeto de redenção da humanidade, manteve a Mãe de Deus, cheia de graça, ainda no ventre materno. Assim, toda a obra veio da gratuidade de Deus miseriordioso. Foi Deus que concedeu à Ela o mérito de participar do seu projeto. Permitiu que nascesse de pais pecadores, mas, por preservação divina permanecesse incontaminada.
Maria então foi concebida sem a mancha do orgulho e do desamor que é o pecado original. Em vista disso, a Imaculada Conceição foi a primeira a receber a plenitude da bênção de Deus, por mérito do seu Filho, e que se manifestou na morte e na Ressurreição de Cristo, para redenção da humanidade que crê e segue seus ensinamentos.
Hoje não comemoramos a memória de um Santo, mas a solenidade mais elevada, maior e mais preciosa da Igreja: a Imaculada Conceição da Santíssima Virgem Maria, a Rainha de todos os Santos, a Mãe de Deus.
Neste mundo todos temos uma missão, a de fazer a nossa parte, diante de Deus e nossos irmãos, sejam eles de religião, de sangue, nossos amigos inseparáveis não virtuais e não vituais, colegas de trabalho, professores e todos aqueles que são o nosso "próximo". Então, quero compartilhar neste blog um pouco de religião católica, em que eu nasci, cresci e ainda aprendendo, por isso, VIVENDO E APRENDENDO! "Amar o próximo acima de tudo, mesmo que esse próximo seja meu inimigo" (Isabel C. Amadeu).
Web Rádio Catequese Católica
Escute essa rádio são de músicas perfeitas e lindas.
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
Advento - Natal
Advento 1102: Uma Voz
Nesse segundo domingo do Advento,
a VOZ profética de ISAÍAS e JOÃO BATISTA ressoa
num apelo de conversão para a vinda do Senhor.
As Leituras convidam a preparar o Caminho.
Na 1ª Leitura, ISAÍAS "consola" os exilados na Babilônia:
anuncia o perdão de Deus e um NOVO CAMINHO de vida e salvação,
com o regresso do povo à pátria. (Is 40,1-5.9-11)
Será um novo Êxodo, uma nova caminhada espiritual, durante a qual
eles poderão fazer uma nova experiência do amor e da bondade de Deus e
redescobrir os caminhos da Comunhão e da Aliança
Um MENSAGEIRO será enviado à frente para levar a boa notícia
para Jerusalém e todas as cidades de Judá...
Na 2ª Leitura aponta para a Parusia, a segunda vinda de Jesus,
e como esperar e preparar esse momento: "vigilantes":
vivendo no dia a dia de acordo com os ensinamentos de Jesus,
empenhando-se na transformação do mundo e na construção do Reino. (2Pd 3,8-14)
Essa vinda dá uma perspectiva diferente à nossa vida:
Temos um futuro a conquistar já nesta terra.
No Evangelho, JOÃO BATISTA aponta o CAMINHO
para acolher o Messias Libertador. (Mc 1,1-8)
O Texto introduz o Evangelho de Marcos, que leremos nesse ano (B):
A "Boa Notícia" começa com um grande chamado à conversão.
Deus já voltou seu coração para nós; resta-nos "voltar" o nosso para ele.
Tudo "começou" quando João se apresentou no "deserto" de Judá para pregar.
1. Sua Missão: ser o "MENSAGEIRO" que prepara o caminho para o Messias.
Denuncia o pecado, anuncia o perdão e dispõe o homem a converter-se...
É o último dos profetas do Antigo Testamento.
Não só anunciou o Messias… mas o apontou já presente no meio do povo:
"No meio de vós está… Eis o Cordeiro de Deus..."
Dele falou Jesus: "É mais que um profeta… o maior dos nascidos de mulher..."
2. Sua Mensagem: "Preparai o caminho do Senhor e endireitai suas estradas."
Proclama um Batismo de CONVERSÃO para o perdão dos pecados.
João aponta um Caminho de purificação e de conversão...
* O Sacramento da Penitência é um gesto que manifesta
a vontade de conversão e a esperança dos tempos novos.
É um encontro privilegiado com o Deus que salva e perdoa.
- Quais são os vales a serem preenchidos? (vazios, omissões...)
- Os montes a serem abaixados? (orgulho, vaidade, ambição...)
- Os caminhos a serem endireitados? (egoísmo, ganância, ódio...)
3. A Reação dos ouvintes: "Todos saíam ao seu encontro e
eram batizados no rio Jordão, confessando seu pecados".
4. Seu estilo de vida: Era uma pessoa sóbria, desprendida, austera e simples...
- Aparece no DESERTO: Lugar dos grandes encontros com Deus…
Foi no Deserto que o Povo de Deus realizou uma longa caminhada
de purificação e de conversão...
- Deus é amigo do silêncio e se revela no silêncio...
O barulho das festas não é ambiente propício para anunciar,
nem para ouvir um convite de Penitência.
* Nesse advento, estamos dispostos a fazer momentos de deserto?
Oração… Novena do Natal em família... Gestos de solidariedade...
- Vive na SOBRIEDADE, manifestada no comer e no vestir…
"Vestia uma pele de camelo e comia gafanhotos e mel silvestre..."
* É com esse espírito que nos preparamos para o Natal desse ano?
O "estilo de vida" de João fala tão forte como as suas palavras.
É o testemunho vivo de um homem, que está consciente das prioridades
e não dá importância aos aspectos secundários da vida,
como sejam a roupa "de marca" ou o comer e beber...
Em nossa vida, quais são os valores, que escolhemos?
* João Batista nos convida a preparar o Caminho do Senhor,
assumindo atitudes novas e um estilo de vida simples e profética.
Estamos dispostos a nos preparar para o Natal, nesse espírito de João?
5. Seu testemunho sobre Jesus:
"Eu vos batizo com água, Ele vos batizará com o Espírito Santo".
Ele fala de dois tipos de Batismo:
- Batizar com água consistia em purificar as pessoas convertidas de seus pecados.
- Batizar com o Espírito, a ser realizado depois por Jesus,
consistia em comunicar às pessoas uma vida nova,
transformando-as em novas criaturas.
JOÃO BATISTA foi um MENSAGEIRO DE DEUS
que preparou os homens do seu tempo, para a vinda do Senhor…
com a palavra e com o testemunho de vida...
Deus não poderia se servir também de nós, de você,
para preparar os homens de HOJE,
para a vinda do Cristo, no NATAL DESSE ANO
e ser uma voz de esperança, que aponta um Caminho Novo
para os homens sofridos de hoje,
que vivem nesse deserto da vida, escravos de tantas opressões?
Pe. Antônio Geraldo Dalla Costa - 04.12.2011
Nesse segundo domingo do Advento,
a VOZ profética de ISAÍAS e JOÃO BATISTA ressoa
num apelo de conversão para a vinda do Senhor.
As Leituras convidam a preparar o Caminho.
Na 1ª Leitura, ISAÍAS "consola" os exilados na Babilônia:
anuncia o perdão de Deus e um NOVO CAMINHO de vida e salvação,
com o regresso do povo à pátria. (Is 40,1-5.9-11)
Será um novo Êxodo, uma nova caminhada espiritual, durante a qual
eles poderão fazer uma nova experiência do amor e da bondade de Deus e
redescobrir os caminhos da Comunhão e da Aliança
Um MENSAGEIRO será enviado à frente para levar a boa notícia
para Jerusalém e todas as cidades de Judá...
Na 2ª Leitura aponta para a Parusia, a segunda vinda de Jesus,
e como esperar e preparar esse momento: "vigilantes":
vivendo no dia a dia de acordo com os ensinamentos de Jesus,
empenhando-se na transformação do mundo e na construção do Reino. (2Pd 3,8-14)
Essa vinda dá uma perspectiva diferente à nossa vida:
Temos um futuro a conquistar já nesta terra.
No Evangelho, JOÃO BATISTA aponta o CAMINHO
para acolher o Messias Libertador. (Mc 1,1-8)
O Texto introduz o Evangelho de Marcos, que leremos nesse ano (B):
A "Boa Notícia" começa com um grande chamado à conversão.
Deus já voltou seu coração para nós; resta-nos "voltar" o nosso para ele.
Tudo "começou" quando João se apresentou no "deserto" de Judá para pregar.
1. Sua Missão: ser o "MENSAGEIRO" que prepara o caminho para o Messias.
Denuncia o pecado, anuncia o perdão e dispõe o homem a converter-se...
É o último dos profetas do Antigo Testamento.
Não só anunciou o Messias… mas o apontou já presente no meio do povo:
"No meio de vós está… Eis o Cordeiro de Deus..."
Dele falou Jesus: "É mais que um profeta… o maior dos nascidos de mulher..."
2. Sua Mensagem: "Preparai o caminho do Senhor e endireitai suas estradas."
Proclama um Batismo de CONVERSÃO para o perdão dos pecados.
João aponta um Caminho de purificação e de conversão...
* O Sacramento da Penitência é um gesto que manifesta
a vontade de conversão e a esperança dos tempos novos.
É um encontro privilegiado com o Deus que salva e perdoa.
- Quais são os vales a serem preenchidos? (vazios, omissões...)
- Os montes a serem abaixados? (orgulho, vaidade, ambição...)
- Os caminhos a serem endireitados? (egoísmo, ganância, ódio...)
3. A Reação dos ouvintes: "Todos saíam ao seu encontro e
eram batizados no rio Jordão, confessando seu pecados".
4. Seu estilo de vida: Era uma pessoa sóbria, desprendida, austera e simples...
- Aparece no DESERTO: Lugar dos grandes encontros com Deus…
Foi no Deserto que o Povo de Deus realizou uma longa caminhada
de purificação e de conversão...
- Deus é amigo do silêncio e se revela no silêncio...
O barulho das festas não é ambiente propício para anunciar,
nem para ouvir um convite de Penitência.
* Nesse advento, estamos dispostos a fazer momentos de deserto?
Oração… Novena do Natal em família... Gestos de solidariedade...
- Vive na SOBRIEDADE, manifestada no comer e no vestir…
"Vestia uma pele de camelo e comia gafanhotos e mel silvestre..."
* É com esse espírito que nos preparamos para o Natal desse ano?
O "estilo de vida" de João fala tão forte como as suas palavras.
É o testemunho vivo de um homem, que está consciente das prioridades
e não dá importância aos aspectos secundários da vida,
como sejam a roupa "de marca" ou o comer e beber...
Em nossa vida, quais são os valores, que escolhemos?
* João Batista nos convida a preparar o Caminho do Senhor,
assumindo atitudes novas e um estilo de vida simples e profética.
Estamos dispostos a nos preparar para o Natal, nesse espírito de João?
5. Seu testemunho sobre Jesus:
"Eu vos batizo com água, Ele vos batizará com o Espírito Santo".
Ele fala de dois tipos de Batismo:
- Batizar com água consistia em purificar as pessoas convertidas de seus pecados.
- Batizar com o Espírito, a ser realizado depois por Jesus,
consistia em comunicar às pessoas uma vida nova,
transformando-as em novas criaturas.
JOÃO BATISTA foi um MENSAGEIRO DE DEUS
que preparou os homens do seu tempo, para a vinda do Senhor…
com a palavra e com o testemunho de vida...
Deus não poderia se servir também de nós, de você,
para preparar os homens de HOJE,
para a vinda do Cristo, no NATAL DESSE ANO
e ser uma voz de esperança, que aponta um Caminho Novo
para os homens sofridos de hoje,
que vivem nesse deserto da vida, escravos de tantas opressões?
Pe. Antônio Geraldo Dalla Costa - 04.12.2011
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
São Leão I - Magno
Eleito com o nome de Leão I foi um dos maiores pontífices da história do cristianismo Embora pouco se saiba sobre sua biografia anterior ao período que ocupou a Cátedra de Pedro, é venerado por sua profunda sabedoria, suas extraordinárias virtudes e sua brilhante direção, como relatam os historiadores e teólogo.
Leão nasceu por volta do ano 400, na região Toscana, onde está situada a cidade de Roma. Tornou-se sacerdote muito jovem e fez carreira consolidada num trabalho brilhante. Em 430, já era arcediacono e depois foi conselheiro dos Papas Celestino I e Xisto III. Era tão respeitado e conceituado que, após a morte deste último Papa, foi eleito para substituí-lo Com o título de Leão I, assumiu o governo da Igreja em agosto do ano 440.
Eram tempos difíceis. Por um lado, o Império Romano se esfacelava e já não conseguia conter as hordas de bárbaros que invadiam e saqueavam seus domínios. Por outro lado, a Igreja enfrentava divisões e dissidências doutrinárias em seu interior. Um panorama tão sombrio, que só não levou o Ocidente ao caos por causa da atuação de Leão I nos dois terrenos: o espiritual e o material.
Na esfera espiritual, ele permaneceu firme defendendo as verdades do catolicismo frente às grandes heresias que sacudiram o século V e atuou, participando de discussões, encontros e concílios. Foi nessa época que escreveu um dos documentos mais importantes para a fé: a "Carta dogmática a Flaviano", o patriarca de Constantinopla, defendendo as posições ortodoxas do cristianismo. "Pedro falou pela boca de Leão", diziam os sacerdotes da Igreja que acabavam concordando com os argumentos. Estão guardados mais de cem, dos seus sermões, além de cento e quarenta e três cartas contendo ensinamentos sobre a fé cristã, seguidos e respeitados ainda hoje.
Já no plano material era o único que poderia conseguir, graças ao seu prestígio e eloqüência, que o terrível rei Átila, comandante dos bárbaros hunos, não destruísse Roma e a Itália. A missão poderia ser fatal, pois Átila já invadira, conquistara e destruíra a ferro e fogo o norte do país. Mesmo assim Leão I foi ao seu encontro e saiu vitorioso da situação. Mais tarde foi a vez de conter os vândalos que, liderados pelo chefe bárbaro Genserico, entraram em Roma. Também, só não atearam fogo à cidade eterna e não dizimaram sua população graças à atuação do grande pontífice.
Não existem relatos sobre os seus últimos dias de vida. O Livro dos Papas diz que Leão I governou vinte e um anos, um mês e treze dias. Faleceu no dia 10 de novembro de 461 e foi sepultado na basílica de São Pedro em Roma. O Papa Bento XIV o proclamou doutor da Igreja em 1754. Leão I foi o primeiro Papa que recebeu o título de "o Magno".
Eleito com o nome de Leão I foi um dos maiores pontífices da história do cristianismo Embora pouco se saiba sobre sua biografia anterior ao período que ocupou a Cátedra de Pedro, é venerado por sua profunda sabedoria, suas extraordinárias virtudes e sua brilhante direção, como relatam os historiadores e teólogo.
Leão nasceu por volta do ano 400, na região Toscana, onde está situada a cidade de Roma. Tornou-se sacerdote muito jovem e fez carreira consolidada num trabalho brilhante. Em 430, já era arcediacono e depois foi conselheiro dos Papas Celestino I e Xisto III. Era tão respeitado e conceituado que, após a morte deste último Papa, foi eleito para substituí-lo Com o título de Leão I, assumiu o governo da Igreja em agosto do ano 440.
Eram tempos difíceis. Por um lado, o Império Romano se esfacelava e já não conseguia conter as hordas de bárbaros que invadiam e saqueavam seus domínios. Por outro lado, a Igreja enfrentava divisões e dissidências doutrinárias em seu interior. Um panorama tão sombrio, que só não levou o Ocidente ao caos por causa da atuação de Leão I nos dois terrenos: o espiritual e o material.
Na esfera espiritual, ele permaneceu firme defendendo as verdades do catolicismo frente às grandes heresias que sacudiram o século V e atuou, participando de discussões, encontros e concílios. Foi nessa época que escreveu um dos documentos mais importantes para a fé: a "Carta dogmática a Flaviano", o patriarca de Constantinopla, defendendo as posições ortodoxas do cristianismo. "Pedro falou pela boca de Leão", diziam os sacerdotes da Igreja que acabavam concordando com os argumentos. Estão guardados mais de cem, dos seus sermões, além de cento e quarenta e três cartas contendo ensinamentos sobre a fé cristã, seguidos e respeitados ainda hoje.
Já no plano material era o único que poderia conseguir, graças ao seu prestígio e eloqüência, que o terrível rei Átila, comandante dos bárbaros hunos, não destruísse Roma e a Itália. A missão poderia ser fatal, pois Átila já invadira, conquistara e destruíra a ferro e fogo o norte do país. Mesmo assim Leão I foi ao seu encontro e saiu vitorioso da situação. Mais tarde foi a vez de conter os vândalos que, liderados pelo chefe bárbaro Genserico, entraram em Roma. Também, só não atearam fogo à cidade eterna e não dizimaram sua população graças à atuação do grande pontífice.
Não existem relatos sobre os seus últimos dias de vida. O Livro dos Papas diz que Leão I governou vinte e um anos, um mês e treze dias. Faleceu no dia 10 de novembro de 461 e foi sepultado na basílica de São Pedro em Roma. O Papa Bento XIV o proclamou doutor da Igreja em 1754. Leão I foi o primeiro Papa que recebeu o título de "o Magno".
sábado, 15 de outubro de 2011
Dicas para a Equipe de Liturgia III
Tempo do "Advento" O Tempo do Advento possui dupla característica: sendo um tempo de preparação para as solenidades do Natal, em que comemoramos a primeira vinda do Filho de Deus entre os homens, é também um tempo em que, por meio desta lembrança, voltam-se os corações para a expectativa da segunda vinda de Cristo no fim dos tempos. Por esse duplo motivo, o tempo do Advento se apresenta como um tempo de piedosa expectativa da vinda do Messias, além de se apresentar como um tempo de purificação de vida. O tempo do Advento inicia-se quatro domingos antes do Natal e termina no dia 25 de dezembro com a comemoração do nascimento de Cristo. É um tempo de festa, mas de alegria moderada.
O Tempo do "Natal" Após a celebração anual da Páscoa, a comemoração mais venerável para a Igreja é o Natal do Senhor e suas primeiras manifestações, pois o Natal é um tempo de fé, alegria e acolhimento do Filho de Deus que se fez Homem. O tempo do Natal vai da véspera do Natal de Nosso Senhor até o domingo depois da festa da Epifania. No ciclo do Natal são celebradas as festas da "Apresentação do Senhor", da "Sagrada Família", de "Santa Maria Mãe de Deus" e do "Batismo de Jesus". O Tempo da "Quaresma" O Tempo da Quaresma é um tempo forte de conversão e penitência, jejum, esmola e oração. É um tempo de preparação para a Páscoa do Senhor, e dura cinco semanas. Neste período não se diz o "Aleluia", nem se colocam flores na Igreja, não devem ser usados muitos instrumentos e não se canta o Hino de Louvor (Glória), pois é um tempo de sacrifício e penitência, onde buscamos a misericórdia de Deus, e não um momento de louvor. A Quaresma inicia-se na quarta-feira de Cinzas, vai até a Missa da Ceia do Senhor, onde Jesus instituiu a Eucaristia e o Sacerdócio e dá um exemplo maravilhoso de humildade ao lavar os pés dos discípulos. O Tempo da "Páscoa" O Tríduo Pascal começa com a Missa da Santa Ceia do Senhor, na Quinta-Feira Santa. Como já foi dito, neste dia é celebrada a Instituição da Eucaristia e do Sacerdócio. Na Sexta-Feira Santa celebra-se a Paixão e Morte de Jesus Cristo. É o único dia do ano que não tem missa, acontece apenas uma Celebração da Palavra chamada de "Ação ou Ato Litúrgico" No Sábado Santo acontece a solene Vigília pascal. Forma-se, então, o Tríduo Pascal, que compreende a Quinta-Feira, Sexta-Feira e o Sábado Santo, que prepara o ponto máximo da Páscoa: o Domingo da Ressurreição. A Festa da Páscoa ou da Ressurreição do Senhor, se estende por cinqüenta dias entre o domingo de Páscoa e o domingo de Pentecostes, quando comemoramos a volta de Cristo ao Pai e o envio do Espírito Santo. Estas sete semanas devem ser celebradas com alegria e exultação, como se fosse um só dia de festa, ou, melhor ainda, como se fossem um grande domingo, vivendo uma espiritualidade de alegria no Cristo Ressuscitado e crendo firmemente na vida eterna.
O Tempo "Comum" Além dos tempos que têm características próprias, restam no ciclo anual trinta e três ou trinta e quatro semanas nas quais são celebrados, na sua globalidade os Mistérios de Cristo. Comemora-se o próprio Mistério de Cristo em sua plenitude, principalmente aos domingos. É um período sem grandes acontecimentos, mas que nos mostra que Deus se faz presente nas coisas mais simples. É um tempo de esperança acolhimento da Palavra de Deus. Este tempo é chamado de "Tempo Comum", mas não tem nada de vazio. É o tempo da Igreja continuar a obra de Cristo nas lutas e no trabalho pelo Reino. O Tempo Comum é dividido em duas partes: a primeira fica compreendida entre os tempos do Natal e da Quaresma, e é um momento de esperança e de escuta da Palavra onde devemos anunciar o Reino de Deus; a segunda parte fica entre os tempos da Páscoa e do Advento, e é o momento do cristão colocar em prática a vivência do reino e ser sinal de Cristo no mundo, ou como o mesmo Jesus disse, ser sal da terra e luz do mundo. ALGUMAS ORAÇÕES IMPORTANTES DO CATÓLICO VINDE, ESPÍRITO SANTO Vinde, Espírito Santo! Enchei os corações dos vossos fiéis e acendei neles o fogo do vosso amor! Enviai o vosso Espírito e tudo será criado e renovareis a face da terra. Oremos: Ó Deus, que instruístes os corações dos vossos fiéis com a luz do Espírito Santo, fazei que apreciemos retamente todas as coisas segundo o mesmo Espírito e gozemos sempre da Sua consolação. Por Cristo, senhor nosso. Amém. ANJO DA GUARDA Santo anjo do Senhor, meu zeloso guardador, se a Ti me confiou a piedade divina, sempre me rege, guarde, governe e ilumine. Amém!
O Tempo do "Natal" Após a celebração anual da Páscoa, a comemoração mais venerável para a Igreja é o Natal do Senhor e suas primeiras manifestações, pois o Natal é um tempo de fé, alegria e acolhimento do Filho de Deus que se fez Homem. O tempo do Natal vai da véspera do Natal de Nosso Senhor até o domingo depois da festa da Epifania. No ciclo do Natal são celebradas as festas da "Apresentação do Senhor", da "Sagrada Família", de "Santa Maria Mãe de Deus" e do "Batismo de Jesus". O Tempo da "Quaresma" O Tempo da Quaresma é um tempo forte de conversão e penitência, jejum, esmola e oração. É um tempo de preparação para a Páscoa do Senhor, e dura cinco semanas. Neste período não se diz o "Aleluia", nem se colocam flores na Igreja, não devem ser usados muitos instrumentos e não se canta o Hino de Louvor (Glória), pois é um tempo de sacrifício e penitência, onde buscamos a misericórdia de Deus, e não um momento de louvor. A Quaresma inicia-se na quarta-feira de Cinzas, vai até a Missa da Ceia do Senhor, onde Jesus instituiu a Eucaristia e o Sacerdócio e dá um exemplo maravilhoso de humildade ao lavar os pés dos discípulos. O Tempo da "Páscoa" O Tríduo Pascal começa com a Missa da Santa Ceia do Senhor, na Quinta-Feira Santa. Como já foi dito, neste dia é celebrada a Instituição da Eucaristia e do Sacerdócio. Na Sexta-Feira Santa celebra-se a Paixão e Morte de Jesus Cristo. É o único dia do ano que não tem missa, acontece apenas uma Celebração da Palavra chamada de "Ação ou Ato Litúrgico" No Sábado Santo acontece a solene Vigília pascal. Forma-se, então, o Tríduo Pascal, que compreende a Quinta-Feira, Sexta-Feira e o Sábado Santo, que prepara o ponto máximo da Páscoa: o Domingo da Ressurreição. A Festa da Páscoa ou da Ressurreição do Senhor, se estende por cinqüenta dias entre o domingo de Páscoa e o domingo de Pentecostes, quando comemoramos a volta de Cristo ao Pai e o envio do Espírito Santo. Estas sete semanas devem ser celebradas com alegria e exultação, como se fosse um só dia de festa, ou, melhor ainda, como se fossem um grande domingo, vivendo uma espiritualidade de alegria no Cristo Ressuscitado e crendo firmemente na vida eterna.
O Tempo "Comum" Além dos tempos que têm características próprias, restam no ciclo anual trinta e três ou trinta e quatro semanas nas quais são celebrados, na sua globalidade os Mistérios de Cristo. Comemora-se o próprio Mistério de Cristo em sua plenitude, principalmente aos domingos. É um período sem grandes acontecimentos, mas que nos mostra que Deus se faz presente nas coisas mais simples. É um tempo de esperança acolhimento da Palavra de Deus. Este tempo é chamado de "Tempo Comum", mas não tem nada de vazio. É o tempo da Igreja continuar a obra de Cristo nas lutas e no trabalho pelo Reino. O Tempo Comum é dividido em duas partes: a primeira fica compreendida entre os tempos do Natal e da Quaresma, e é um momento de esperança e de escuta da Palavra onde devemos anunciar o Reino de Deus; a segunda parte fica entre os tempos da Páscoa e do Advento, e é o momento do cristão colocar em prática a vivência do reino e ser sinal de Cristo no mundo, ou como o mesmo Jesus disse, ser sal da terra e luz do mundo. ALGUMAS ORAÇÕES IMPORTANTES DO CATÓLICO VINDE, ESPÍRITO SANTO Vinde, Espírito Santo! Enchei os corações dos vossos fiéis e acendei neles o fogo do vosso amor! Enviai o vosso Espírito e tudo será criado e renovareis a face da terra. Oremos: Ó Deus, que instruístes os corações dos vossos fiéis com a luz do Espírito Santo, fazei que apreciemos retamente todas as coisas segundo o mesmo Espírito e gozemos sempre da Sua consolação. Por Cristo, senhor nosso. Amém. ANJO DA GUARDA Santo anjo do Senhor, meu zeloso guardador, se a Ti me confiou a piedade divina, sempre me rege, guarde, governe e ilumine. Amém!
Dicas para a Equipe de Liturgia II
DIMENSÃO LITÚRGICA DO CANTOPara ser um ministro de música não basta conhecer a animação litúrgica ou estar inserido em uma comunidade de crescimento. O animador deve estar totalmente inserido na realidade pastoral e missionária da nossa Igreja.
É importante que cada animador se pergunte: Que tipo de discípulo eu sou? Em meu canto ecôo a voz de Deus? Por meio da minha voz ou meu instrumento, a comunidade sente-se motivada a elogiar o Autor que age em mim?
É fundamental que cada católico se pergunte: Será que eu estou colocando Jesus Eucarístico a minha frente? Ou eu estou querendo me colocar à frente Dele?
MOMENTOS DA LITURGIA"A liturgia, como exercício da função sacerdotal de Cristo, comporta um duplo movimento: de Deus aos homens, para operar a sua santificação, e dos homens a Deus, para que eles possam adorá-lo em espírito e verdade."
Por isso a liturgia, de um modo geral, pode ser entendida como um diálogo entre o Deus-Trindade e o Homem-Comunidade. Este diálogo é composto de vários momentos. Cada momento tem o seu "espírito" próprio, seu sentimento peculiar, e portanto uma expressão diferenciada. Ninguém pede perdão de forma triunfal, nem dá um Viva tímido. Cada momento da liturgia exige um tipo de expressão musical. Sem conhecer o espírito de cada momento do diálogo litúrgico, corremos o risco de dar um Viva tão tímido que ninguém se sinta estimulado a responder.
Para melhor conhecer as diversas expressões e celebrações litúrgicas deveremos estudá-las com atenção e objetividade. Neste espaço estudaremos aquela que é o ápice da vida cristã: a Celebração Eucarística.
Cada Música da Celebração Eucarística tem seu papel e Inspiração própria de cada momento litúrgico dentro da celebração. Estes momentos são os seguintes:
PreparaçãoÉ um momento que foi esquecido durante algum tempo e agora está voltando ao uso. Enquanto alguns "acolhem" os irmãos que estão chegando para a festa da Eucaristia, o ministro de música pode preencher o ambiente com um solo instrumental. Alguns neste momento costumam ensaiar as canções que farão parte da celebração. Pode-se também colocar um disco de meditação, ou das músicas que se irá ensaiar. O importante é criar um ambiente de vida, pois é Cristo, Verdade e Vida, que iremos celebrar.
EntradaToda a assembléia, unida em uma só voz, canta a alegria festiva de reunir-se como irmãos em torno do Cristo. Esta canção deve deixar claro para toda a assembléia, que festa, ou mistério do Tempo Litúrgico (A segunda "perna" do tripé litúrgico") iremos celebrar. Todo o povo deverá ser envolvido na execução desta canção.
A primeira impressão sempre marca todo o relacionamento. Assim também o canto inicial marcará toda a celebração.
Os instrumentos terão a função de unir, incentivar e apoiar o canto. Não deverão cobrir as vozes dificultando a compreensão do texto. Ninguém participa de uma celebração para ser admirado, ou para aumentar seu ibope na comunidade. "Tocar na Missa" é um serviço e uma oração. Todo este canto como a procissão do sacerdote não deverão ser demasiado longas. O canto deve terminar quando o sacerdote chega ao altar.
Ato PenitencialNeste canto aclamamos a Cristo como "Nosso Senhor" e lhe pedimos perdão. É um canto de repouso. Sua melodia deve traduzir a contrição de quem pede perdão. Todo o povo deve participar deste canto, mas admite-se um diálogo solista-povo.
Coral – Aprendizes de Santa Maria Goretti – Edição - outubro/2010 Página 8
Não é necessário que este canto seja muito "Florido". A simplicidade é a melhor forma de expressar o arrependimento. O instrumentista deve traduzir este espírito de confiança e invocação acompanhado de modo suave, quase imperceptível. Para isto pode-se até excluir a percussão deste momento.
GlóriaEsta é a canção da alegria, o canto que os anjos e pastores cantaram para saudar o nascimento do redentor (cf. Lc 2,14). Desde o século IV que os cristãos cantam. Houve uma época que só os bispos o podiam cantar. Hoje recomenda-se que toda assembléia cante o "glória" com ânimo e alegria. Para isso é útil bater palmas, erguer os braços, repicar os sinos expressando Glória a Deus nas Alturas ... Mas é importante não esquecer duas coisas: Que o canto e suas expressões devem seguir a realidade da assembléia; que continuamos com os pés no chão, e que o nascimento de Cristo hoje depende de nossa boa vontade.
Este canto é excluído no advento e na quaresma, nos outros tempos deve ser executado e de preferência "Cantado". Não é bom que seja parte exclusiva do coral. Este poderá cantá-lo em diálogo com o povo.
O glória "não constitui uma aclamação trinitária", Mas deve ser antes de tudo uma manifestação da louvor a Deus-Pai e ao Cordeiro.
Os instrumentos têm papel importantíssimo neste canto. A percussão poderá ser bem explorada. É claro que a "parte não deverá sobressair em detrimento do todo", mas neste canto os instrumentos poderão destacar-se um pouco mais.
Salmo ResponsorialDentro do diálogo litúrgico, este canto é a resposta da assembléia ao Deus que falou na primeira leitura. Como diz o próprio nome, trata-se de um salmo, no entanto admite-se também um canto de meditação, contanto que seja de origem bíblica e signifique uma resposta coerente com a proposta divina expressa na primeira leitura. Este canto não deveria ser nunca excluído pois é de grande importância à liturgia da palavra.
Pode ser executado por um solista nas estrofes com a adesão de toda a assembléia no refrão. O acompanhamento dos instrumentos deve ser discreto, exceto quando o salmo for festivo e acompanhado por todo o povo.
Aclamação ao EvangelhoGeralmente (menos no advento e na quaresma) a aclamação mais usada é o Aleluia, seguido de uma pequena estrofe que prepara a leitura do Evangelho. Não é um canto obrigatório mas sendo executado, é preciso que seja uma aclamação pessoal e comunitária ao Verbo de Deus . Ao contrário do Salmo, este canto permite movimento e participação vibrante dos instrumentos. Poderá haver solista, mas o Aleluia deverá ser cantado por toda a assembléia.
Depois da HomiliaEm missas com crianças, ou em outras celebrações onde a reflexão silenciosa seja difícil, pode ser entoado um cântico, no estilo do Salmo Responsorial, que venha a trazer uma manifestação em sintonia com o tema do evangelho.
Profissão de FéO Creio é uma resposta de fé e de compromisso da comunidade e do indivíduo à palavra de Deus. Nele recordamos toda a história da salvação. Por isso não convém a utilização de formas abreviadas que sejam profissão de fé, mas que não resumam a fé cristã. Quando cantada, deve contar com a participação de todo o povo. No entanto pela estrutura rítmica da letra, isso se torna muito difícil. Uma opção seria cantar um refrão popular, entre uma recitação e outra do Creio.
Oração dos FiéisEsta oração poderá adquirir um tom mais solene quando cantada. As invocações devem ser executadas por um solista, ao que o povo responde cantando. Aqui a participação dos instrumentistas é suavíssima e até dispensável, podendo ser usado apenas o teclado com som de órgão.
Preparação das oferendasEste é um dos cantos menos importantes da missa. Neste momento nos preparamos para oferecer ao Pai, o Cristo "ao qual nos unimos oferecendo nossas vidas, nosso corpo como culto espiritual agradável a Deus". Portanto, o grande ofertório da missa é após a consagração quando já não oferecemos o pão, o vinho, nossa vida, nosso trabalho, mas o próprio Cristo e todo o resto transfigurado "Por Ele, com Ele e n’Ele".
Durante o canto de ofertório normalmente também ocorre a coleta , momento em que colocamos um pouco do que é nosso em comum. Portanto o objetivo do canto "de ofertório" é criar uma atmosfera de alegria, partilha e generosidade. Pode-se dispensar o canto e os instrumentos fazerem um solo apropriado para o momento litúrgico. Ou ainda participar com um canto de oferta que o povo não conheça, desde que este não venha a distrair a atenção do povo.
Oração EucarísticaTanto o diálogo introdutório, como o prefácio e demais orações podem ser cantados e dependendo da sintonia entre músicos e celebrante, podem ser acompanhadas pelos instrumentos. Desde que o celebrante ache conveniente e sinta-se apto para isso.
SantoÉ dos canto principais, se não o principal, da liturgia. Nele toda a assembléia se une aos anjos e santos para proclamar as maravilhas do Deus Uno e Trino. É o primeiro canto em ordem de importância. É o canto dos anjos (Is 6,2s) e também dos homens (Lc 19,38). Não teria sentido convidar os céus e a terra, os anjos e os santos para cantar em uma só voz, e depois somente um coral ou um solista executar o canto. Este é essencialmente um canto do povo. É indispensável a participação dos instrumentos para solenizar esta vibrante saudação: SANTO, SANTO, SANTO!
Aclamações em particularHá uma série de aclamações durante a celebração eucarística que poderia ser cantadas. A Oração Eucarística V, por exemplo, permite algumas intervenções da assembléia. O mesmo pode afirmar da Oração Eucarística para missas com crianças, ou sobre a Reconciliação. O "Amém" poderia ser cantado muitas vezes, especialmente depois da doxologia (Por Cristo, com Cristo e em Cristo ...) que é o grande amém da missa.. Durante a consagração é melhor o silêncio, nem mesmo solos devem distrair a atenção da assembléia naquele momento. Pode-se cantar sim a aclamação após a consagração (Eis o mistério da fé ...).
Pai-nossoO Pai-nosso cantado por toda a assembléia tem grande força e significado. É um dos grandes pontos da Missa, exprimindo de modo maravilhoso a comunhão entre os irmãos. Se não for cantado por todos, é preferível que seja recitado. Os instrumentos têm papel de sustentação, evitando distrair a atenção da oração.
Abraço da pazÉ costume cantar uma canção alegre cuja letra lembre fraternidade e caridade como fundamento da vida cristã. Deverá ser uma melodia contagiante. Entretanto não é essencial que a assembléia cante.
Cordeiro de Deus
Esta prece, de origem Bíblica (Jo 1,29), faz alusão ao Cordeiro Pascal, que se imola e tira o pecado do mundo. Pode ser cantado pelo coral ou solista, mas a assembléia deve participar da última petição: dai-nos a paz.
ComunhãoÉ o canto mais antigo da missa. Por ele, através da união das vozes, queremos expressar nossa comum-união espiritual em torno de Jesus Cristo. Todos ao redor da mesma mesa, congregados numa mesma igreja, participam do mesmo pão. A função do canto de comunhão é alinhavar esta união.
É comum escutarmos que se deveria fazer silêncio durante a comunhão para que um pudesse se entreter num encontro pessoal com Cristo. Ë certo que a comunhão dos Cristãos é um ato pessoal, mas deve manifestar-se através de um ato comunitário. E o canto de comunhão deve propiciar esta manifestação de comunidade. Por isso todo o povo deve participar entusiasticamente deste canto.
O Silêncio Eucarístico necessário ao encontro e oração pessoal com Cristo se dá no próximo momento.
Ação de GraçasApós a comunhão a assembléia, em silêncio, adora e agradece a presença do Cristo Eucarístico. Após este breve silêncio pode-se cantar um salmo ou outro canto de louvor ou de ação de graças. Este canto não pode e não deve excluir o momento de silêncio após a comunhão.
É preferível que este canto seja breve e executado por todos. Por isso, também para os instrumentos, não convém longas introduções e interlúdios. É preciso que o ministro tenha a devida sensibilidade e discernimento para saber se este canto é conveniente em tal momento. Evite-se o canto de ação de graças quando a celebração já estiver por demais prolongada.
Canto FinalAntes da benção entoa-se uma ou duas estrofes de um canto alegre e que cause a última impressão que se irá levar da celebração. Pode ser executado com maestria, porém não deve ser muito prolongado. Um costume muito comum, é o de se aproveitar este canto final para fazer uma homenagem a Maria, mãe de Deus e nossa.
Após a benção pode-se continuar as demais estrofes do canto final, sem a necessidade da participação do povo. Utilizem-se todos os recursos disponíveis para que este encerramento crie a predisposição para o povo retornar à Festa Eucarística.
É importante que cada animador se pergunte: Que tipo de discípulo eu sou? Em meu canto ecôo a voz de Deus? Por meio da minha voz ou meu instrumento, a comunidade sente-se motivada a elogiar o Autor que age em mim?
É fundamental que cada católico se pergunte: Será que eu estou colocando Jesus Eucarístico a minha frente? Ou eu estou querendo me colocar à frente Dele?
MOMENTOS DA LITURGIA"A liturgia, como exercício da função sacerdotal de Cristo, comporta um duplo movimento: de Deus aos homens, para operar a sua santificação, e dos homens a Deus, para que eles possam adorá-lo em espírito e verdade."
Por isso a liturgia, de um modo geral, pode ser entendida como um diálogo entre o Deus-Trindade e o Homem-Comunidade. Este diálogo é composto de vários momentos. Cada momento tem o seu "espírito" próprio, seu sentimento peculiar, e portanto uma expressão diferenciada. Ninguém pede perdão de forma triunfal, nem dá um Viva tímido. Cada momento da liturgia exige um tipo de expressão musical. Sem conhecer o espírito de cada momento do diálogo litúrgico, corremos o risco de dar um Viva tão tímido que ninguém se sinta estimulado a responder.
Para melhor conhecer as diversas expressões e celebrações litúrgicas deveremos estudá-las com atenção e objetividade. Neste espaço estudaremos aquela que é o ápice da vida cristã: a Celebração Eucarística.
Cada Música da Celebração Eucarística tem seu papel e Inspiração própria de cada momento litúrgico dentro da celebração. Estes momentos são os seguintes:
PreparaçãoÉ um momento que foi esquecido durante algum tempo e agora está voltando ao uso. Enquanto alguns "acolhem" os irmãos que estão chegando para a festa da Eucaristia, o ministro de música pode preencher o ambiente com um solo instrumental. Alguns neste momento costumam ensaiar as canções que farão parte da celebração. Pode-se também colocar um disco de meditação, ou das músicas que se irá ensaiar. O importante é criar um ambiente de vida, pois é Cristo, Verdade e Vida, que iremos celebrar.
EntradaToda a assembléia, unida em uma só voz, canta a alegria festiva de reunir-se como irmãos em torno do Cristo. Esta canção deve deixar claro para toda a assembléia, que festa, ou mistério do Tempo Litúrgico (A segunda "perna" do tripé litúrgico") iremos celebrar. Todo o povo deverá ser envolvido na execução desta canção.
A primeira impressão sempre marca todo o relacionamento. Assim também o canto inicial marcará toda a celebração.
Os instrumentos terão a função de unir, incentivar e apoiar o canto. Não deverão cobrir as vozes dificultando a compreensão do texto. Ninguém participa de uma celebração para ser admirado, ou para aumentar seu ibope na comunidade. "Tocar na Missa" é um serviço e uma oração. Todo este canto como a procissão do sacerdote não deverão ser demasiado longas. O canto deve terminar quando o sacerdote chega ao altar.
Ato PenitencialNeste canto aclamamos a Cristo como "Nosso Senhor" e lhe pedimos perdão. É um canto de repouso. Sua melodia deve traduzir a contrição de quem pede perdão. Todo o povo deve participar deste canto, mas admite-se um diálogo solista-povo.
Coral – Aprendizes de Santa Maria Goretti – Edição - outubro/2010 Página 8
Não é necessário que este canto seja muito "Florido". A simplicidade é a melhor forma de expressar o arrependimento. O instrumentista deve traduzir este espírito de confiança e invocação acompanhado de modo suave, quase imperceptível. Para isto pode-se até excluir a percussão deste momento.
GlóriaEsta é a canção da alegria, o canto que os anjos e pastores cantaram para saudar o nascimento do redentor (cf. Lc 2,14). Desde o século IV que os cristãos cantam. Houve uma época que só os bispos o podiam cantar. Hoje recomenda-se que toda assembléia cante o "glória" com ânimo e alegria. Para isso é útil bater palmas, erguer os braços, repicar os sinos expressando Glória a Deus nas Alturas ... Mas é importante não esquecer duas coisas: Que o canto e suas expressões devem seguir a realidade da assembléia; que continuamos com os pés no chão, e que o nascimento de Cristo hoje depende de nossa boa vontade.
Este canto é excluído no advento e na quaresma, nos outros tempos deve ser executado e de preferência "Cantado". Não é bom que seja parte exclusiva do coral. Este poderá cantá-lo em diálogo com o povo.
O glória "não constitui uma aclamação trinitária", Mas deve ser antes de tudo uma manifestação da louvor a Deus-Pai e ao Cordeiro.
Os instrumentos têm papel importantíssimo neste canto. A percussão poderá ser bem explorada. É claro que a "parte não deverá sobressair em detrimento do todo", mas neste canto os instrumentos poderão destacar-se um pouco mais.
Salmo ResponsorialDentro do diálogo litúrgico, este canto é a resposta da assembléia ao Deus que falou na primeira leitura. Como diz o próprio nome, trata-se de um salmo, no entanto admite-se também um canto de meditação, contanto que seja de origem bíblica e signifique uma resposta coerente com a proposta divina expressa na primeira leitura. Este canto não deveria ser nunca excluído pois é de grande importância à liturgia da palavra.
Pode ser executado por um solista nas estrofes com a adesão de toda a assembléia no refrão. O acompanhamento dos instrumentos deve ser discreto, exceto quando o salmo for festivo e acompanhado por todo o povo.
Aclamação ao EvangelhoGeralmente (menos no advento e na quaresma) a aclamação mais usada é o Aleluia, seguido de uma pequena estrofe que prepara a leitura do Evangelho. Não é um canto obrigatório mas sendo executado, é preciso que seja uma aclamação pessoal e comunitária ao Verbo de Deus . Ao contrário do Salmo, este canto permite movimento e participação vibrante dos instrumentos. Poderá haver solista, mas o Aleluia deverá ser cantado por toda a assembléia.
Depois da HomiliaEm missas com crianças, ou em outras celebrações onde a reflexão silenciosa seja difícil, pode ser entoado um cântico, no estilo do Salmo Responsorial, que venha a trazer uma manifestação em sintonia com o tema do evangelho.
Profissão de FéO Creio é uma resposta de fé e de compromisso da comunidade e do indivíduo à palavra de Deus. Nele recordamos toda a história da salvação. Por isso não convém a utilização de formas abreviadas que sejam profissão de fé, mas que não resumam a fé cristã. Quando cantada, deve contar com a participação de todo o povo. No entanto pela estrutura rítmica da letra, isso se torna muito difícil. Uma opção seria cantar um refrão popular, entre uma recitação e outra do Creio.
Oração dos FiéisEsta oração poderá adquirir um tom mais solene quando cantada. As invocações devem ser executadas por um solista, ao que o povo responde cantando. Aqui a participação dos instrumentistas é suavíssima e até dispensável, podendo ser usado apenas o teclado com som de órgão.
Preparação das oferendasEste é um dos cantos menos importantes da missa. Neste momento nos preparamos para oferecer ao Pai, o Cristo "ao qual nos unimos oferecendo nossas vidas, nosso corpo como culto espiritual agradável a Deus". Portanto, o grande ofertório da missa é após a consagração quando já não oferecemos o pão, o vinho, nossa vida, nosso trabalho, mas o próprio Cristo e todo o resto transfigurado "Por Ele, com Ele e n’Ele".
Durante o canto de ofertório normalmente também ocorre a coleta , momento em que colocamos um pouco do que é nosso em comum. Portanto o objetivo do canto "de ofertório" é criar uma atmosfera de alegria, partilha e generosidade. Pode-se dispensar o canto e os instrumentos fazerem um solo apropriado para o momento litúrgico. Ou ainda participar com um canto de oferta que o povo não conheça, desde que este não venha a distrair a atenção do povo.
Oração EucarísticaTanto o diálogo introdutório, como o prefácio e demais orações podem ser cantados e dependendo da sintonia entre músicos e celebrante, podem ser acompanhadas pelos instrumentos. Desde que o celebrante ache conveniente e sinta-se apto para isso.
SantoÉ dos canto principais, se não o principal, da liturgia. Nele toda a assembléia se une aos anjos e santos para proclamar as maravilhas do Deus Uno e Trino. É o primeiro canto em ordem de importância. É o canto dos anjos (Is 6,2s) e também dos homens (Lc 19,38). Não teria sentido convidar os céus e a terra, os anjos e os santos para cantar em uma só voz, e depois somente um coral ou um solista executar o canto. Este é essencialmente um canto do povo. É indispensável a participação dos instrumentos para solenizar esta vibrante saudação: SANTO, SANTO, SANTO!
Aclamações em particularHá uma série de aclamações durante a celebração eucarística que poderia ser cantadas. A Oração Eucarística V, por exemplo, permite algumas intervenções da assembléia. O mesmo pode afirmar da Oração Eucarística para missas com crianças, ou sobre a Reconciliação. O "Amém" poderia ser cantado muitas vezes, especialmente depois da doxologia (Por Cristo, com Cristo e em Cristo ...) que é o grande amém da missa.. Durante a consagração é melhor o silêncio, nem mesmo solos devem distrair a atenção da assembléia naquele momento. Pode-se cantar sim a aclamação após a consagração (Eis o mistério da fé ...).
Pai-nossoO Pai-nosso cantado por toda a assembléia tem grande força e significado. É um dos grandes pontos da Missa, exprimindo de modo maravilhoso a comunhão entre os irmãos. Se não for cantado por todos, é preferível que seja recitado. Os instrumentos têm papel de sustentação, evitando distrair a atenção da oração.
Abraço da pazÉ costume cantar uma canção alegre cuja letra lembre fraternidade e caridade como fundamento da vida cristã. Deverá ser uma melodia contagiante. Entretanto não é essencial que a assembléia cante.
Cordeiro de Deus
Esta prece, de origem Bíblica (Jo 1,29), faz alusão ao Cordeiro Pascal, que se imola e tira o pecado do mundo. Pode ser cantado pelo coral ou solista, mas a assembléia deve participar da última petição: dai-nos a paz.
ComunhãoÉ o canto mais antigo da missa. Por ele, através da união das vozes, queremos expressar nossa comum-união espiritual em torno de Jesus Cristo. Todos ao redor da mesma mesa, congregados numa mesma igreja, participam do mesmo pão. A função do canto de comunhão é alinhavar esta união.
É comum escutarmos que se deveria fazer silêncio durante a comunhão para que um pudesse se entreter num encontro pessoal com Cristo. Ë certo que a comunhão dos Cristãos é um ato pessoal, mas deve manifestar-se através de um ato comunitário. E o canto de comunhão deve propiciar esta manifestação de comunidade. Por isso todo o povo deve participar entusiasticamente deste canto.
O Silêncio Eucarístico necessário ao encontro e oração pessoal com Cristo se dá no próximo momento.
Ação de GraçasApós a comunhão a assembléia, em silêncio, adora e agradece a presença do Cristo Eucarístico. Após este breve silêncio pode-se cantar um salmo ou outro canto de louvor ou de ação de graças. Este canto não pode e não deve excluir o momento de silêncio após a comunhão.
É preferível que este canto seja breve e executado por todos. Por isso, também para os instrumentos, não convém longas introduções e interlúdios. É preciso que o ministro tenha a devida sensibilidade e discernimento para saber se este canto é conveniente em tal momento. Evite-se o canto de ação de graças quando a celebração já estiver por demais prolongada.
Canto FinalAntes da benção entoa-se uma ou duas estrofes de um canto alegre e que cause a última impressão que se irá levar da celebração. Pode ser executado com maestria, porém não deve ser muito prolongado. Um costume muito comum, é o de se aproveitar este canto final para fazer uma homenagem a Maria, mãe de Deus e nossa.
Após a benção pode-se continuar as demais estrofes do canto final, sem a necessidade da participação do povo. Utilizem-se todos os recursos disponíveis para que este encerramento crie a predisposição para o povo retornar à Festa Eucarística.
Dicas para a Equipe de Liturgia
"Com isso podemos começar a servir a Deus. Um bom líder sabe que várias cabeças pensam melhor que uma!" (Padre Joãozinho - scj e Serginho Valle).
Por isso amigo músico, para seguir firme nesta batalha espiritual, é preciso ter claro antes de tudo o chamado que devo responder e a responsabilidade que possuo perante Deus na posição que ocupo.
"Não fostes vós que me escolhestes, mas Eu escolhi a vós e vos constituí para que vades e produzais fruto, e o vosso fruto permaneça" (Jo 15,16). Partindo dessa certeza, e contando com a graça de Deus através de nossas orações, é preciso agora estar aberto para o NOVO, para a ação de Deus no coração e na vida das pessoas que se aproximarem.
> Oportunamente, como parte da celebração deve-se observar o silêncio sagrado. A sua natureza depende do momento em que ocorre em cada celebração. Assim, no ato penitencial e após o convite à oração, cada fiel se recolhe; após uma leitura ou a homilia, meditam brevemente o que ouviram; após a comunhão, enfim, louvam e rezam a Deus no íntimo do coração. Convém que já antes da própria celebração se conserve o silêncio na igreja, na sacristia, na secretaria e mesmo nos lugares mais próximos, para que todos se disponham devota e devidamente para realizarem os sagrados mistérios.
Ecclesia de Eucharistia, do Beato João Paulo II nos chama a voltar à obediência às normas litúrgicas! A Missa não é propriedade privada de NINGUËM: nem do celebrante, nem de equipe de liturgia, nem da comunidade. É propriedade de Deus, administrada pela Igreja. manifestando sua fé e amor imutáveis para com o supremo mistério eucarístico, e testemunhando uma contínua e ininterrupta tradição, ainda que algumas novidades sejam introduzidas. anamnese e o canto depois da Comunhão; b) algumas, porém, acompanham um rito, tais como o canto da entrada, das oferendas, da fração (Agnus Dei) e da Comunhão.
DICAS PARA A EQUIPE DE LITURGIA: > Para escolher as músicas da Missa é preciso conhecer a REALIDADE DA ASSEMBLÉIA.
> Para escolher as músicas da Missa é necessário situar a celebração no ANO LITÚRGICO.
> Para situar a celebração no Ano Litúrgico é fundamental consultar o Diretório Litúrgico.
> Para conhecer o FOCO de uma celebração é necessário ler, pelo menos, a ORAÇÃO DA COLETA e o EVANGELHO DO DIA.
> Cantar "a" Missa, ou cantar "na" Missa? Eis a questão. Considerar os três tipos de canto possíveis em uma Missa:
a) Diálogo do Ordinário com a assembléia
b) Comum: Senhor, Glória, Creio, Santo e Cordeiro.
c) Próprio: Entrada, Salmo, Aclamação, Oferendas, Comunhão, Louvor-Ação de Graças.
> A música será tanto mais santa quanto mais intimamente estiver ligada à AÇÃO LITÚRGICA.
> Rito é rito, ou seja, o "ritmo" celebrativo da salvação
> Lembre-se que o Espírito Santo é o principal ANIMADOR da Ação Litúrgica.
> Na liturgia cantamos na mesma voz: a do Corpo Místico de Cristo que é a Igreja reunida em Assembléia.
> Somos uma Assembléia de "convocados" que clama: ABBÁ, PAI.
> A Liturgia não é propriedade privada. Em
> O critério da música litúrgica não é o gosto pessoal.
> O critério para escolha das músicas da missa não é simplesmente aquilo que vemos nas missas da TV.
> O critério de música litúrgica não é o que aparece nos folhetos litúrgicos.
> Os critérios para escolher corretamente as músicas da missa estão claramente expressos na INSTRUÇÃO GERAL SOBRE O MISSAL ROMANO - É preciso conhecê-lo, lê-lo, estudá-lo, consultá-lo!
> É necessário preparar com antecedência as músicas da missa. Quando ia celebrar com seus discípulos a ceia pascal, onde instituiu o sacrifício do seu Corpo e Sangue, o Cristo Senhor mandou preparar uma sala ampla e mobiliada (Lc 22, -12). A Igreja sempre julgou dirigida a si esta ordem, estabelecendo como preparar as pessoas, os lugares, os ritos e os textos, para a celebração da Santíssima Eucaristia. Assim, as normas atuais, prescritas segundo determinação do Concílio Vaticano II, e o Novo Missal, que a partir de agora será usado na Igreja de Rito romano para a celebração da Missa, são provas da solicitude da Igreja,
> É necessário conhecer as partes da missa e como colocar a música intimamente ligada à ação litúrgica. Tanto a Liturgia da Palavra como a Liturgia Eucarística.
> A Missa consta, por assim dizer, de duas partes, a saber, a liturgia da palavra e a liturgia eucarística, tão intimamente unidas entre si, que constituem um só ato de culto. De fato, na Missa se prepara tanto a mesa da Palavra de Deus como a do Corpo de Cristo, para ensinar e alimentar os fiéis. Há também alguns ritos que abrem e encerram a celebração.
> Enquanto o presidente da celebração fala, não deve existir fundo musical.
> A natureza das partes "presidenciais" exige que sejam proferidas em voz alta e distinta e por todos atentamente escutadas. Por isso, enquanto o sacerdote as profere, não haja outras orações nem cantos, e calem-se o órgão e qualquer outro instrumento.
> Deveríamos encontrar uma maneira de cantar os diálogos entre o sacerdote e os fiéis.
> Sendo a celebração da Missa, por sua natureza, de índole "comunitária", assumem grande importância os diálogos entre o sacerdote e os fiéis reunidos, bem como as aclamações, pois não constituem apenas sinais externos da celebração comum, mas promovem e realizam a comunhão entre o sacerdote e o povo.
> A música pode ajudar a fazer das aclamações previstas no rito uma verdadeira oração.
> As aclamações e respostas dos fiéis às orações e saudações do sacerdote constituem o grau de participação ativa que os fiéis congregados, em qualquer forma de Missa, devem realizar, para que se promova e exprima claramente a ação de toda a comunidade.
> A música na missa pode ser um instrumento para fomentar a participação ativa de todo o povo.
> Outras partes, muito úteis para manifestar e fomentar a participação ativa dos fiéis e que competem a toda a assembléia convocada, são principalmente o ato penitencial, a profissão de fé, a oração universal e a oração do Senhor.
> É preciso distinguir entre músicas que constituem um rito independente daquelas que acompanham um rito.
> Por fim, dentre as outras fórmulas:
a) algumas constituem um rito ou ato independente, como o hino do Glória, o Salmo Responsorial, o Aleluia e o versículo antes do Evangelho, o Sanctus, a aclamação da
> Cada música na missa tem seu gênero, estilo, de modo que haja modulação. Isto deve respeitar a índole dos povos.
>Nos textos que o sacerdote, o diácono, o leitor ou toda a assembléia devem proferir em voz alta e distinta, a voz corresponda ao gênero do próprio texto, conforme se trate de leitura, oração, exortação, aclamação ou canto; como também à forma de celebração e à solenidade da assembléia. Além disso, levem-se em conta a índole das diversas línguas e o gênio dos povos. Nas rubricas, portanto, e nas normas que se seguem, as palavras "dizer" ou "proferir" devem aplicar-se tanto ao canto como à recitação, observados os princípios acima propostos.
> Cantar é próprio de quem ama.
> O Apóstolo aconselha os fiéis, que se reúnem em assembléia para aguardar a vinda do Senhor, a cantarem juntos salmos, hinos e cânticos espirituais (cf. Cl 3, 16), pois o canto constitui um sinal de alegria do coração (cf. At 2, 46). Por isso, dizia com razão Santo Agostinho: "Cantar é próprio de quem ama", e há um provérbio antigo que afirma: "Quem canta bem, reza duas vezes".
> É preciso algum discernimento para saber o que cantar e o que não cantar em uma celebração. Em todo caso, TODAS as músicas cantadas em Missa devem ter aprovação da CNBB (talvez deva ser formada uma comissão na CNBB para aprovação das músicas litúrgicas?). Há um diretório próprio para celebração com crianças, aprovado pela CNBB.
> Portanto, dê-se grande valor ao uso do canto na celebração da Missa, tendo em vista a índole dos povos e as possibilidades de cada assembléia litúrgica. Ainda que não seja necessário cantar sempre todos os textos de per si destinados ao canto, por exemplo, nas Missas dos dias de semana, deve-se zelar para que não falte o canto dos ministros e do povo nas celebrações dos domingos e festas de preceito. Na escolha das partes que de fato são cantadas, deve-se dar preferência às mais importantes e, sobretudo àquelas que o sacerdote, o diácono, o leitor cantam com respostas do povo; ou então àquelas que o sacerdote e o povo devem proferir simultaneamente.
> O canto gregoriano continua ocupando o primeiro lugar como próprio da liturgia romana.
> Em igualdade de condições, o canto gregoriano ocupa o primeiro lugar, como próprio da Liturgia romana. Outros gêneros de música sacra, especialmente a polifonia, não são absolutamente excluídos, contanto que se harmonizem com o espírito da ação litúrgica e favoreçam a participação de todos os fiéis. Uma vez que se realizam sempre mais freqüentemente reuniões internacionais de fiéis, convém que aprendam a cantar juntos em latim ao menos algumas partes do Ordinário da Missa, principalmente o símbolo da fé e a oração do Senhor, empregando-se melodias mais simples.
> O silêncio é uma das "canções" previstas para a missa. Deve ser religiosamente respeitado (também na sacristia!).
2- Impor sempre seu gosto pessoal.
3- Cantar por cantar.
4- "Só toco se for do meu jeito".
5- Ir sempre contra a idéia da equipe de celebração e do padre
6- Escolher sempre os mesmos CÂNTICOS.
7- Nunca sorrir.
8- Usar instrumentos desafinados.
9- Tocar CÂNTICOS de novela em casamento.
10- Afinar os instrumentos durante a missa.
11- Colocar letra religiosa em música da "parada".
12- Nunca estudar liturgia.
13- Não prestar atenção na letra do canto.
14- Não ler o Evangelho do dia antes de escolher os CÂNTICOS.
15- Cantar forte demais no microfone, ou seja, o seu é sempre o mais alto.
16- Volume dos instrumentos (muito) acima do volume dos microfones.
17- Coral que canta tudo sozinho.
18- Cantar só para exibir-se (estrelismo).
19- Distrair a assembléia com conversas paralelas durante a missa.
20- Não avisar ao Padre as horas que serão cantadas.
21- Nunca ensaiar novas canções nem estudar o instrumento que ministra (voz, violão, teclado...). 22- Ensaiar tudo antes da missa.
23- Cantar CÂNTICOS desconhecidos.
24- Usar roupa bem extravagante, que chame a atenção.
25- Fazer de conta que está em um show de rock.
26- Perder contato com a assembléia.
27- CÂNTICOS fora da realidade e do tempo litúrgico.
28- Fazer o máximo de barulho (instrumentos, microfones, etc).
29- Não ter vida interior, oração com o Ministério inteiro ou falsa humildade.
30- Repetir no fim de cada celebração: "vocês são ótimos, eu sou apenas o máximo!
Por isso amigo músico, para seguir firme nesta batalha espiritual, é preciso ter claro antes de tudo o chamado que devo responder e a responsabilidade que possuo perante Deus na posição que ocupo.
"Não fostes vós que me escolhestes, mas Eu escolhi a vós e vos constituí para que vades e produzais fruto, e o vosso fruto permaneça" (Jo 15,16). Partindo dessa certeza, e contando com a graça de Deus através de nossas orações, é preciso agora estar aberto para o NOVO, para a ação de Deus no coração e na vida das pessoas que se aproximarem.
> Oportunamente, como parte da celebração deve-se observar o silêncio sagrado. A sua natureza depende do momento em que ocorre em cada celebração. Assim, no ato penitencial e após o convite à oração, cada fiel se recolhe; após uma leitura ou a homilia, meditam brevemente o que ouviram; após a comunhão, enfim, louvam e rezam a Deus no íntimo do coração. Convém que já antes da própria celebração se conserve o silêncio na igreja, na sacristia, na secretaria e mesmo nos lugares mais próximos, para que todos se disponham devota e devidamente para realizarem os sagrados mistérios.
Ecclesia de Eucharistia, do Beato João Paulo II nos chama a voltar à obediência às normas litúrgicas! A Missa não é propriedade privada de NINGUËM: nem do celebrante, nem de equipe de liturgia, nem da comunidade. É propriedade de Deus, administrada pela Igreja. manifestando sua fé e amor imutáveis para com o supremo mistério eucarístico, e testemunhando uma contínua e ininterrupta tradição, ainda que algumas novidades sejam introduzidas. anamnese e o canto depois da Comunhão; b) algumas, porém, acompanham um rito, tais como o canto da entrada, das oferendas, da fração (Agnus Dei) e da Comunhão.
DICAS PARA A EQUIPE DE LITURGIA: > Para escolher as músicas da Missa é preciso conhecer a REALIDADE DA ASSEMBLÉIA.
> Para escolher as músicas da Missa é necessário situar a celebração no ANO LITÚRGICO.
> Para situar a celebração no Ano Litúrgico é fundamental consultar o Diretório Litúrgico.
> Para conhecer o FOCO de uma celebração é necessário ler, pelo menos, a ORAÇÃO DA COLETA e o EVANGELHO DO DIA.
> Cantar "a" Missa, ou cantar "na" Missa? Eis a questão. Considerar os três tipos de canto possíveis em uma Missa:
a) Diálogo do Ordinário com a assembléia
b) Comum: Senhor, Glória, Creio, Santo e Cordeiro.
c) Próprio: Entrada, Salmo, Aclamação, Oferendas, Comunhão, Louvor-Ação de Graças.
> A música será tanto mais santa quanto mais intimamente estiver ligada à AÇÃO LITÚRGICA.
> Rito é rito, ou seja, o "ritmo" celebrativo da salvação
> Lembre-se que o Espírito Santo é o principal ANIMADOR da Ação Litúrgica.
> Na liturgia cantamos na mesma voz: a do Corpo Místico de Cristo que é a Igreja reunida em Assembléia.
> Somos uma Assembléia de "convocados" que clama: ABBÁ, PAI.
> A Liturgia não é propriedade privada. Em
> O critério da música litúrgica não é o gosto pessoal.
> O critério para escolha das músicas da missa não é simplesmente aquilo que vemos nas missas da TV.
> O critério de música litúrgica não é o que aparece nos folhetos litúrgicos.
> Os critérios para escolher corretamente as músicas da missa estão claramente expressos na INSTRUÇÃO GERAL SOBRE O MISSAL ROMANO - É preciso conhecê-lo, lê-lo, estudá-lo, consultá-lo!
> É necessário preparar com antecedência as músicas da missa. Quando ia celebrar com seus discípulos a ceia pascal, onde instituiu o sacrifício do seu Corpo e Sangue, o Cristo Senhor mandou preparar uma sala ampla e mobiliada (Lc 22, -12). A Igreja sempre julgou dirigida a si esta ordem, estabelecendo como preparar as pessoas, os lugares, os ritos e os textos, para a celebração da Santíssima Eucaristia. Assim, as normas atuais, prescritas segundo determinação do Concílio Vaticano II, e o Novo Missal, que a partir de agora será usado na Igreja de Rito romano para a celebração da Missa, são provas da solicitude da Igreja,
> É necessário conhecer as partes da missa e como colocar a música intimamente ligada à ação litúrgica. Tanto a Liturgia da Palavra como a Liturgia Eucarística.
> A Missa consta, por assim dizer, de duas partes, a saber, a liturgia da palavra e a liturgia eucarística, tão intimamente unidas entre si, que constituem um só ato de culto. De fato, na Missa se prepara tanto a mesa da Palavra de Deus como a do Corpo de Cristo, para ensinar e alimentar os fiéis. Há também alguns ritos que abrem e encerram a celebração.
> Enquanto o presidente da celebração fala, não deve existir fundo musical.
> A natureza das partes "presidenciais" exige que sejam proferidas em voz alta e distinta e por todos atentamente escutadas. Por isso, enquanto o sacerdote as profere, não haja outras orações nem cantos, e calem-se o órgão e qualquer outro instrumento.
> Deveríamos encontrar uma maneira de cantar os diálogos entre o sacerdote e os fiéis.
> Sendo a celebração da Missa, por sua natureza, de índole "comunitária", assumem grande importância os diálogos entre o sacerdote e os fiéis reunidos, bem como as aclamações, pois não constituem apenas sinais externos da celebração comum, mas promovem e realizam a comunhão entre o sacerdote e o povo.
> A música pode ajudar a fazer das aclamações previstas no rito uma verdadeira oração.
> As aclamações e respostas dos fiéis às orações e saudações do sacerdote constituem o grau de participação ativa que os fiéis congregados, em qualquer forma de Missa, devem realizar, para que se promova e exprima claramente a ação de toda a comunidade.
> A música na missa pode ser um instrumento para fomentar a participação ativa de todo o povo.
> Outras partes, muito úteis para manifestar e fomentar a participação ativa dos fiéis e que competem a toda a assembléia convocada, são principalmente o ato penitencial, a profissão de fé, a oração universal e a oração do Senhor.
> É preciso distinguir entre músicas que constituem um rito independente daquelas que acompanham um rito.
> Por fim, dentre as outras fórmulas:
a) algumas constituem um rito ou ato independente, como o hino do Glória, o Salmo Responsorial, o Aleluia e o versículo antes do Evangelho, o Sanctus, a aclamação da
> Cada música na missa tem seu gênero, estilo, de modo que haja modulação. Isto deve respeitar a índole dos povos.
>Nos textos que o sacerdote, o diácono, o leitor ou toda a assembléia devem proferir em voz alta e distinta, a voz corresponda ao gênero do próprio texto, conforme se trate de leitura, oração, exortação, aclamação ou canto; como também à forma de celebração e à solenidade da assembléia. Além disso, levem-se em conta a índole das diversas línguas e o gênio dos povos. Nas rubricas, portanto, e nas normas que se seguem, as palavras "dizer" ou "proferir" devem aplicar-se tanto ao canto como à recitação, observados os princípios acima propostos.
> Cantar é próprio de quem ama.
> O Apóstolo aconselha os fiéis, que se reúnem em assembléia para aguardar a vinda do Senhor, a cantarem juntos salmos, hinos e cânticos espirituais (cf. Cl 3, 16), pois o canto constitui um sinal de alegria do coração (cf. At 2, 46). Por isso, dizia com razão Santo Agostinho: "Cantar é próprio de quem ama", e há um provérbio antigo que afirma: "Quem canta bem, reza duas vezes".
> É preciso algum discernimento para saber o que cantar e o que não cantar em uma celebração. Em todo caso, TODAS as músicas cantadas em Missa devem ter aprovação da CNBB (talvez deva ser formada uma comissão na CNBB para aprovação das músicas litúrgicas?). Há um diretório próprio para celebração com crianças, aprovado pela CNBB.
> Portanto, dê-se grande valor ao uso do canto na celebração da Missa, tendo em vista a índole dos povos e as possibilidades de cada assembléia litúrgica. Ainda que não seja necessário cantar sempre todos os textos de per si destinados ao canto, por exemplo, nas Missas dos dias de semana, deve-se zelar para que não falte o canto dos ministros e do povo nas celebrações dos domingos e festas de preceito. Na escolha das partes que de fato são cantadas, deve-se dar preferência às mais importantes e, sobretudo àquelas que o sacerdote, o diácono, o leitor cantam com respostas do povo; ou então àquelas que o sacerdote e o povo devem proferir simultaneamente.
> O canto gregoriano continua ocupando o primeiro lugar como próprio da liturgia romana.
> Em igualdade de condições, o canto gregoriano ocupa o primeiro lugar, como próprio da Liturgia romana. Outros gêneros de música sacra, especialmente a polifonia, não são absolutamente excluídos, contanto que se harmonizem com o espírito da ação litúrgica e favoreçam a participação de todos os fiéis. Uma vez que se realizam sempre mais freqüentemente reuniões internacionais de fiéis, convém que aprendam a cantar juntos em latim ao menos algumas partes do Ordinário da Missa, principalmente o símbolo da fé e a oração do Senhor, empregando-se melodias mais simples.
> O silêncio é uma das "canções" previstas para a missa. Deve ser religiosamente respeitado (também na sacristia!).
OS 30 PECADOS DO MÚSICO CATÓLICO
1- Fazer do altar um palco.2- Impor sempre seu gosto pessoal.
3- Cantar por cantar.
4- "Só toco se for do meu jeito".
5- Ir sempre contra a idéia da equipe de celebração e do padre
6- Escolher sempre os mesmos CÂNTICOS.
7- Nunca sorrir.
8- Usar instrumentos desafinados.
9- Tocar CÂNTICOS de novela em casamento.
10- Afinar os instrumentos durante a missa.
11- Colocar letra religiosa em música da "parada".
12- Nunca estudar liturgia.
13- Não prestar atenção na letra do canto.
14- Não ler o Evangelho do dia antes de escolher os CÂNTICOS.
15- Cantar forte demais no microfone, ou seja, o seu é sempre o mais alto.
16- Volume dos instrumentos (muito) acima do volume dos microfones.
17- Coral que canta tudo sozinho.
18- Cantar só para exibir-se (estrelismo).
19- Distrair a assembléia com conversas paralelas durante a missa.
20- Não avisar ao Padre as horas que serão cantadas.
21- Nunca ensaiar novas canções nem estudar o instrumento que ministra (voz, violão, teclado...). 22- Ensaiar tudo antes da missa.
23- Cantar CÂNTICOS desconhecidos.
24- Usar roupa bem extravagante, que chame a atenção.
25- Fazer de conta que está em um show de rock.
26- Perder contato com a assembléia.
27- CÂNTICOS fora da realidade e do tempo litúrgico.
28- Fazer o máximo de barulho (instrumentos, microfones, etc).
29- Não ter vida interior, oração com o Ministério inteiro ou falsa humildade.
30- Repetir no fim de cada celebração: "vocês são ótimos, eu sou apenas o máximo!
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
29 de Agosoto - Martírio de São João Batista
Com satisfação lembramos a santidade de São João Batista que, pela sua vida e missão, foi consagrado por Jesus como o último e maior dos profetas: "Em verdade eu vos digo, dentre os que nasceram de mulher, não surgiu ninguém maior que João, o Batista...De fato , todos os profetas, bem como a lei, profetizaram até João. Se quiserdes compreender-me, ele é o Elias que deve voltar." (Mt 11,11-14)
Filho de Zacarias e Isabel, João era primo de Jesus Cristo, a quem "precedeu" como um mensageiro de vida austera, segundo as regras dos nazarenos.
São João Batista, de altas virtudes e rigorosas penitências, anunciou o advento do Cristo e ao denunciar os vícios e injustiças deixou Deus conduzí-lo ao cumprimento da profecia do Anjo a seu respeito: "Pois ele será grande perante o Senhor; não beberá nem vinho, nem bebida fermentada, e será repleto do Espírito Santo desde o seio de sua mãe. Ele reconduzirá muitos dos filhos de Israel ao Senhor seu Deus: e ele mesmo caminhará à sua frente..." ( Lc 1, 15)
São João Batista desejava que todos estivessem prontos para acolher o Mais Forte por isso, impelido pela missão profética, denunciou o pecado do governador da Galileia: Herodes, que escandalosamente tinha raptado Herodíades - sua cunhada - e com ela vivia como esposo.
Preso por Herodes Antipas em Maqueronte, na margem oriental do Mar Morto, aconteceu que a filha de Herodíades (Salomé) encantou o rei e recebeu o direito de pedir o que desejasse, sendo assim, proporcionou o martírio do santo, pois realizou a vontade de sua vingativa mãe: "Quero que me dês imediatamente num prato, a cabeça de João, o Batista" (Mc 6,25)
Desta forma, através do martírio, o Santo Precursor deu sua vida e recebeu em recompensa a Vida Eterna reservada àqueles que vivem com amor e fidelidade os mandamentos de Deus.
São João Batista, rogai por nós!
Filho de Zacarias e Isabel, João era primo de Jesus Cristo, a quem "precedeu" como um mensageiro de vida austera, segundo as regras dos nazarenos.
São João Batista, de altas virtudes e rigorosas penitências, anunciou o advento do Cristo e ao denunciar os vícios e injustiças deixou Deus conduzí-lo ao cumprimento da profecia do Anjo a seu respeito: "Pois ele será grande perante o Senhor; não beberá nem vinho, nem bebida fermentada, e será repleto do Espírito Santo desde o seio de sua mãe. Ele reconduzirá muitos dos filhos de Israel ao Senhor seu Deus: e ele mesmo caminhará à sua frente..." ( Lc 1, 15)
São João Batista desejava que todos estivessem prontos para acolher o Mais Forte por isso, impelido pela missão profética, denunciou o pecado do governador da Galileia: Herodes, que escandalosamente tinha raptado Herodíades - sua cunhada - e com ela vivia como esposo.
Preso por Herodes Antipas em Maqueronte, na margem oriental do Mar Morto, aconteceu que a filha de Herodíades (Salomé) encantou o rei e recebeu o direito de pedir o que desejasse, sendo assim, proporcionou o martírio do santo, pois realizou a vontade de sua vingativa mãe: "Quero que me dês imediatamente num prato, a cabeça de João, o Batista" (Mc 6,25)
Desta forma, através do martírio, o Santo Precursor deu sua vida e recebeu em recompensa a Vida Eterna reservada àqueles que vivem com amor e fidelidade os mandamentos de Deus.
São João Batista, rogai por nós!
quinta-feira, 7 de julho de 2011
Dia 06 de Julho - Dia de Santa Maria Goretti
O Beato Karol Wojtyla (Papa João Paulo II) disse: “Mas o que significa "evangelizar no Espírito Santo"”? Resumidamente pode dizer-se que significa evangelizar com a força, com a novidade e na unidade do Espírito Santo. Evangelizar com o Espírito Santo, quer dizer: estar revestidos da força que se manifestou, de um modo supremo, na atividade evangélica de Jesus. O Evangelho diz-nos que os que o ouviam, se espantavam, porque "ensinava como quem tinha autoridade, e não como os escribas" (Mc 1,22).
Santa Maria Goretti é um exemplo vivo da instituição da família é o caso modelar que ocorre, é o da figura angélica de Santa Maria Goretti. Nessa época em que as praias são tomadas pelo neopaganismo que estadeia toda corrupção da civilização moderna, aquela pequena virgem entrega a sua vida a Deus com toda a resolução.
Para quê? – Para não perder aquilo que ela mais amava, mais do que a luz de seus olhos, mais do que a sua própria existência, aquela virgindade que se aprende a amar como o dom mais precioso da vida, quando se tem uma alma verdadeiramente eucarística.
Lendo sua vida, salta-nos uma pergunta: Como puderam seus pais analfabetos colher o inesperado tesouro de santidade em um de seus filhos? A Igreja usufruía naqueles tempos de uma situação na qual os homens regiam suas vidas sob a influência benfazeja das Leis de Deus.
Santa Maria Goretti nasceu num ambiente preservado, onde não havia evanescido a noção do bem e do mal. Seus pais ensinaram aos seis filhos o catecismo, ensinaram-lhes a rezar, a fazerem a primeira Comunhão. Reunidos, eles rezavam a oração da manhã e da noite.
Além de terem a vida muito ocupada na lida do dia, para proverem o sustento da casa, os pais eram exemplares. Aos domingos, caminhavam duas horas para assistir a Santa Missa, enfrentando as intempéries próprias de cada estação.
Com tal programa familiar, pode-se ainda perguntar: Como Santa Maria Goretti conseguiu trilhar a avenida da alta santidade sem a concorrência de nenhum sábio e experiente educador, a ponto de deixar perplexos os promotores de sua canonização?
Viveu ela num lar inteiramente cristão. Sua mãe, quando solteira, teve de trabalhar em casas de família para tirar o seu sustento, e com isso teve de tomar cuidado com os perigos de se perder. Possuía ela uma consciência reta e bem formada na noção do bem e do mal.
Soube ela transmitir à filha o senso do dever para com Deus que vê todas as coisas. Certo dia, a filha se escandalizou com conversas que ferem os ouvidos inocentes. Contudo, a mãe soube dizer à filha que se cuidasse para dominar suas expressões, a fim de não chocar as pessoas.
Seus pais a chamaram Maria para ter uma poderosa padroeira no Céu, e, cheios de zelo, levaram-na a pia batismal apenas 24 horas após o nascimento a 19 de outubro de 1890. E Maria foi crescendo em graça e santidade. Todos os olhares recaíam sobre sua beleza, sobretudo da alma. O sobrenatural como um perfume se emanava dela. Daí o ódio do assassino que a todo custo queria fanar a beleza resplandecente de sua castidade. Gostava de estar sempre ocupada e serviçal. Pronta para qualquer empresa, não tendo medo de sacrifícios e de renúncias.
O próprio Nosso Senhor dirigia sua alma com inspirações, graças e dons. As primeiras palavras que aprendera ainda balbuciando foram os nomes de Jesus e Maria. Seus primeiros ósculos foram para a Santíssima Virgem. Sua primeira palavra pela manhã era Ave Maria!
Era o dia 05 de julho de 1902, Assunta Carlini partira para as fainas do campo. Marieta estava ao alcance do malfeitor. E Alexandre, pronto para tudo, satisfazer o desejo ou matar, foi procurar a pobre menina consigo lavando a arma assassina. Aproximou-se da jovem agarrando-a pelo braço e violentamente arrastou-a para a cozinha, trancando a porta. Tudo fora tão rápido. O pavor não deu à pobrezinha o tempo de soltar um grito. Principiava a luta. E Maria, sem cessar dizia ao moço: “Não! Não! Deus não quer! É pecado! Tu irás para o inferno!”. Catorze golpes puseram-na como morta. E o bárbaro, julgando-a sem vida, largou-a e buscou o próprio quarto. Baixinho, prostrada, Marieta pôs-se a gemer. O pai do criminoso, João Serenelli, que atacado de malária se deitara a sombra da casa, foi o primeiro a perceber os gemidos.
Teria, quanto muito, poucas horas de vida. Se a ciência soubesse fazer milagres!... Quase exangue foi transportada para um quarto. Ela precisava de repouso absoluto e de silêncio, mas o povo, que até aquele momento se conformava em manter-se fora do hospital, invadia agora os corredores. Queria vê-la a todo custo. O padre Martinho Guijarra, que notara a ardente devoção de Marieta por Nossa Senhora, perguntou-lhe: “– Desejaria ser inscrita entre as filhas de Maria?”. “– Oh! Muito senhor Padre!”. “– Pois bem. Eu mandarei seu nome à Congregação de Roma, e desde já, dou-lhe a medalha de filha de Maria”. Os olhos de Maria cintilavam de alegria, enquanto seus lábios cobriam de beijos a querida medalha, que a distinguia como filha predileta da Virgem Santíssima. No dia seguinte, o quarto de Marieta amanheceu tapizado de flores. Esperava ai a visita de Jesus Sacramentado, pois Monsenhor Signori decidira administrar-lhe os últimos sacramentos pelas primeiras horas do dia. Mons. Signori precisava de uma declaração pública e formal do perdão para o assassino. E a declaração veio firme, decisiva, heróica.
“- Marieta, Jesus morreu perdoando o bom ladrão. E você perdoa de todo o coração o assassino?” Perguntou-lhe. “- Oh, sim! Eu também o perdôo por amor de Jesus! Desejo vê-lo bem perto de mim no paraíso!”.
Eram três horas e quarenta e cinco minutos da tarde do dia 06 de julho de 1902. Maria tinha onze anos, oito meses e vinte dias.
Apagava-se uma lâmpada na terra, no céu acendia-se uma estrela.
A mãe fechou-lhe os olhos e beijou-a na fronte, como para marcar, nesta despedida, o encontro certo no Reino dos Céus.
A canonização: Deu-se inicio em em julho de 1938, o processo de beatificação terminou a 25 de março de 1947, e, a 27 de abril, o Papa Pio XII, beatificava a nossa Marieta. A mãe Goretti, já de idade avançada, participou da cerimônia de beatificação de Marieta. No dia 24 de junho de 1950 Marieta foi colocada à honra dos altares pelo Papa Pio XII. O jardineiro do Convento Ascoli Piceno contava 80 anos. E por desejo do Papa estar presente, lhe corriam lágrimas da face, dizendo: “Santa Mãe, posso crer o que meus olhos contemplam!” O Papa estava de joelhos diante da imagem de Marieta, que andava de pés descalços e nunca tinha sapatos, tão pobres eles eram”. Santa Maria Goretti, assassinada por defender sua castidade, nos deixa um belo exemplo de vida, de amor a Deus e de santidade. Era uma menina piedosa por índole, e constante na oração.Preferiu morrer a desonrar-se, e foi coberta de punhaladas desferidas por Alexandre, seu pretendente, a quem perdoou enquanto morria. Era o dia 06 de julho de 1902. Foi canonizada pelo Papa Pio XII, em 1950; e ali estavam presentes seu agressor, Assunta, sua mãe, e seus irmãos.
Santa Maria Goretti não tinha olhos, ouvidos, gostos e desejos senão para os deveres de casa e para as devoções de Igreja, resumindo neste heróico lema: “Antes a morte do que o pecado”.
Como disse o Papa Pio XII: “Esforcemo-nos todos por alcançar este objetivo, confiados na graça de céu. Sirva-nos de estímulo a santa virgem e mártir Maria Goretti. Que ela, da mansão celeste, onde goza da felicidade eterna, interceda por nós junto ao divino Redentor, a fim de que todos, nas condições de vida que são as nossas, sigamos os seus gloriosos passos com generosidade, vontade firme e obras de virtude”.
VIVA SANTA MARIA GORETTI.
Santa Maria Goretti é um exemplo vivo da instituição da família é o caso modelar que ocorre, é o da figura angélica de Santa Maria Goretti. Nessa época em que as praias são tomadas pelo neopaganismo que estadeia toda corrupção da civilização moderna, aquela pequena virgem entrega a sua vida a Deus com toda a resolução.
Para quê? – Para não perder aquilo que ela mais amava, mais do que a luz de seus olhos, mais do que a sua própria existência, aquela virgindade que se aprende a amar como o dom mais precioso da vida, quando se tem uma alma verdadeiramente eucarística.
Lendo sua vida, salta-nos uma pergunta: Como puderam seus pais analfabetos colher o inesperado tesouro de santidade em um de seus filhos? A Igreja usufruía naqueles tempos de uma situação na qual os homens regiam suas vidas sob a influência benfazeja das Leis de Deus.
Santa Maria Goretti nasceu num ambiente preservado, onde não havia evanescido a noção do bem e do mal. Seus pais ensinaram aos seis filhos o catecismo, ensinaram-lhes a rezar, a fazerem a primeira Comunhão. Reunidos, eles rezavam a oração da manhã e da noite.
Além de terem a vida muito ocupada na lida do dia, para proverem o sustento da casa, os pais eram exemplares. Aos domingos, caminhavam duas horas para assistir a Santa Missa, enfrentando as intempéries próprias de cada estação.
Com tal programa familiar, pode-se ainda perguntar: Como Santa Maria Goretti conseguiu trilhar a avenida da alta santidade sem a concorrência de nenhum sábio e experiente educador, a ponto de deixar perplexos os promotores de sua canonização?
Viveu ela num lar inteiramente cristão. Sua mãe, quando solteira, teve de trabalhar em casas de família para tirar o seu sustento, e com isso teve de tomar cuidado com os perigos de se perder. Possuía ela uma consciência reta e bem formada na noção do bem e do mal.
Soube ela transmitir à filha o senso do dever para com Deus que vê todas as coisas. Certo dia, a filha se escandalizou com conversas que ferem os ouvidos inocentes. Contudo, a mãe soube dizer à filha que se cuidasse para dominar suas expressões, a fim de não chocar as pessoas.
Seus pais a chamaram Maria para ter uma poderosa padroeira no Céu, e, cheios de zelo, levaram-na a pia batismal apenas 24 horas após o nascimento a 19 de outubro de 1890. E Maria foi crescendo em graça e santidade. Todos os olhares recaíam sobre sua beleza, sobretudo da alma. O sobrenatural como um perfume se emanava dela. Daí o ódio do assassino que a todo custo queria fanar a beleza resplandecente de sua castidade. Gostava de estar sempre ocupada e serviçal. Pronta para qualquer empresa, não tendo medo de sacrifícios e de renúncias.
O próprio Nosso Senhor dirigia sua alma com inspirações, graças e dons. As primeiras palavras que aprendera ainda balbuciando foram os nomes de Jesus e Maria. Seus primeiros ósculos foram para a Santíssima Virgem. Sua primeira palavra pela manhã era Ave Maria!
Era o dia 05 de julho de 1902, Assunta Carlini partira para as fainas do campo. Marieta estava ao alcance do malfeitor. E Alexandre, pronto para tudo, satisfazer o desejo ou matar, foi procurar a pobre menina consigo lavando a arma assassina. Aproximou-se da jovem agarrando-a pelo braço e violentamente arrastou-a para a cozinha, trancando a porta. Tudo fora tão rápido. O pavor não deu à pobrezinha o tempo de soltar um grito. Principiava a luta. E Maria, sem cessar dizia ao moço: “Não! Não! Deus não quer! É pecado! Tu irás para o inferno!”. Catorze golpes puseram-na como morta. E o bárbaro, julgando-a sem vida, largou-a e buscou o próprio quarto. Baixinho, prostrada, Marieta pôs-se a gemer. O pai do criminoso, João Serenelli, que atacado de malária se deitara a sombra da casa, foi o primeiro a perceber os gemidos.
Teria, quanto muito, poucas horas de vida. Se a ciência soubesse fazer milagres!... Quase exangue foi transportada para um quarto. Ela precisava de repouso absoluto e de silêncio, mas o povo, que até aquele momento se conformava em manter-se fora do hospital, invadia agora os corredores. Queria vê-la a todo custo. O padre Martinho Guijarra, que notara a ardente devoção de Marieta por Nossa Senhora, perguntou-lhe: “– Desejaria ser inscrita entre as filhas de Maria?”. “– Oh! Muito senhor Padre!”. “– Pois bem. Eu mandarei seu nome à Congregação de Roma, e desde já, dou-lhe a medalha de filha de Maria”. Os olhos de Maria cintilavam de alegria, enquanto seus lábios cobriam de beijos a querida medalha, que a distinguia como filha predileta da Virgem Santíssima. No dia seguinte, o quarto de Marieta amanheceu tapizado de flores. Esperava ai a visita de Jesus Sacramentado, pois Monsenhor Signori decidira administrar-lhe os últimos sacramentos pelas primeiras horas do dia. Mons. Signori precisava de uma declaração pública e formal do perdão para o assassino. E a declaração veio firme, decisiva, heróica.
“- Marieta, Jesus morreu perdoando o bom ladrão. E você perdoa de todo o coração o assassino?” Perguntou-lhe. “- Oh, sim! Eu também o perdôo por amor de Jesus! Desejo vê-lo bem perto de mim no paraíso!”.
Eram três horas e quarenta e cinco minutos da tarde do dia 06 de julho de 1902. Maria tinha onze anos, oito meses e vinte dias.
Apagava-se uma lâmpada na terra, no céu acendia-se uma estrela.
A mãe fechou-lhe os olhos e beijou-a na fronte, como para marcar, nesta despedida, o encontro certo no Reino dos Céus.
A canonização: Deu-se inicio em em julho de 1938, o processo de beatificação terminou a 25 de março de 1947, e, a 27 de abril, o Papa Pio XII, beatificava a nossa Marieta. A mãe Goretti, já de idade avançada, participou da cerimônia de beatificação de Marieta. No dia 24 de junho de 1950 Marieta foi colocada à honra dos altares pelo Papa Pio XII. O jardineiro do Convento Ascoli Piceno contava 80 anos. E por desejo do Papa estar presente, lhe corriam lágrimas da face, dizendo: “Santa Mãe, posso crer o que meus olhos contemplam!” O Papa estava de joelhos diante da imagem de Marieta, que andava de pés descalços e nunca tinha sapatos, tão pobres eles eram”. Santa Maria Goretti, assassinada por defender sua castidade, nos deixa um belo exemplo de vida, de amor a Deus e de santidade. Era uma menina piedosa por índole, e constante na oração.Preferiu morrer a desonrar-se, e foi coberta de punhaladas desferidas por Alexandre, seu pretendente, a quem perdoou enquanto morria. Era o dia 06 de julho de 1902. Foi canonizada pelo Papa Pio XII, em 1950; e ali estavam presentes seu agressor, Assunta, sua mãe, e seus irmãos.
Santa Maria Goretti não tinha olhos, ouvidos, gostos e desejos senão para os deveres de casa e para as devoções de Igreja, resumindo neste heróico lema: “Antes a morte do que o pecado”.
Como disse o Papa Pio XII: “Esforcemo-nos todos por alcançar este objetivo, confiados na graça de céu. Sirva-nos de estímulo a santa virgem e mártir Maria Goretti. Que ela, da mansão celeste, onde goza da felicidade eterna, interceda por nós junto ao divino Redentor, a fim de que todos, nas condições de vida que são as nossas, sigamos os seus gloriosos passos com generosidade, vontade firme e obras de virtude”.
VIVA SANTA MARIA GORETTI.
terça-feira, 24 de maio de 2011
Mensagem de 24 de maio de 2011 - Livro Ágape
MENSAGEM de 24 de maio de 2011.
QUANDO VOCÊ LÊ O ÁGAPE EM ORAÇÃO, VOCÊ SABE QUANDO BUSCAR A DEUS.
Quão difícil se torna a nossa vida, quando buscamos a Deus somente quando o gigante dos problemas vem nos desafiar.
Quando se tem dinheiro, saúde, emprego estável, tudo vai bem, temos a tendência de nos acomodar, achando que tudo vai permanecer do mesmo jeito para sempre.
É difícil pensar em Deus nos bons momentos.
Se não houver um costume de buscar ao Senhor todos os dias, como o Ágape nos faz e nos leva, sejam eles bons ou maus, ficamos sem rumo.
Portanto, falta a bússola e o Ágape é uma bússola.
E quando os maus dias chegarem.
A prática de louvar a Deus deve estar presente em nossa vida.
Salomão diz em Eclesiastes 11:8
"Ainda que o homem viva muitos anos, regozije-se em todos eles; contudo, deve lembrar-se de que há dias de trevas, porque serão muitos".
Se você ainda não leu o Ágape, faça essa experiência, leia o Ágape em oração ( Jesus fala comigo de coração ).
E tenha certeza que você vai estar com Deus e na presença do amor verdadeiro de Deus ( Ágape ) você vai vencer qualquer desafio.
QUANDO VOCÊ LÊ O ÁGAPE EM ORAÇÃO, VOCÊ SABE QUANDO BUSCAR A DEUS.
Quão difícil se torna a nossa vida, quando buscamos a Deus somente quando o gigante dos problemas vem nos desafiar.
Quando se tem dinheiro, saúde, emprego estável, tudo vai bem, temos a tendência de nos acomodar, achando que tudo vai permanecer do mesmo jeito para sempre.
É difícil pensar em Deus nos bons momentos.
Se não houver um costume de buscar ao Senhor todos os dias, como o Ágape nos faz e nos leva, sejam eles bons ou maus, ficamos sem rumo.
Portanto, falta a bússola e o Ágape é uma bússola.
E quando os maus dias chegarem.
A prática de louvar a Deus deve estar presente em nossa vida.
Salomão diz em Eclesiastes 11:8
"Ainda que o homem viva muitos anos, regozije-se em todos eles; contudo, deve lembrar-se de que há dias de trevas, porque serão muitos".
Se você ainda não leu o Ágape, faça essa experiência, leia o Ágape em oração ( Jesus fala comigo de coração ).
E tenha certeza que você vai estar com Deus e na presença do amor verdadeiro de Deus ( Ágape ) você vai vencer qualquer desafio.
quinta-feira, 19 de maio de 2011
Maio, mês de Maria e a Beatificação de João Paulo II trás muita alegria.
Beatificação de João Paulo II
A beatificação de João Paulo II abriu este Mês de Maria com um momento de júbilo para a Igreja, atraindo a merecida atenção de todos, inclusive de não católicos.
Conduzindo a Barca de Pedro por 26 anos, Karol Wojtyla pôde influenciar de forma ímpar os acontecimentos de sua época, sendo seu pontificado o terceiro mais longo da História. Mesmo dirigindo o povo de Deus em meio a uma sociedade cada vez mais distante dos princípios cristãos, destacou-se como o líder mais influente e popular de seus dias.
Entretanto, não há o que se compare ao seu ardoroso empenho de mostrar ao mundo que a perfeição cristã é um dom ao alcance de todos. E isso, ele o fez por sua vida exemplar.
Foi grande incentivador das devoções tradicionais, como o Rosário e o Escapulário do Carmo, mas também favoreceu o surgimento de novas formas de piedade como a Devoção à Divina Misericórdia.
Como afirmou o porta-voz do Vaticano, Pe. Federico Lombardi, “A vida e o Pontificado (de João Paulo II) foram percorridos pelo desejo de dar a conhecer ao mundo todo (...) a consoladora e entusiasmante grandeza da misericórdia de Deus”.¹
Falecido em 2 de abril de 2005, as cerimônias de despedida do Pontífice causaram comoção mundial como há muito tempo não se via, e as manifestações que envolveram sua despedida mostraram mais uma vez ao mundo a força da Igreja.
Menos de um mês após sua morte, Bento XVI concedeu a dispensa dos 5 anos de espera para o início da Causa de Beatificação. Segundo o Vaticano, essa dispensa ocorreu devido à “imponente fama de santidade de que gozava João Paulo II em vida, na morte e depois da morte”.²
Durante o minucioso período em que foram analisadas as graças recebidas por intermédio do Papa Wojtyla, somaram-se cerca de 250 relatos de possíveis milagres. Dentre estes, a Congregação para a Causa dos Santos reconheceu um, que foi decisivo para o anúncio da beatificação: trata-se do ocorrido com a religiosa francesa Marie Simon-Pierre Normand, que sofria do Mal de Parkinson. Tendo rezado pedindo a intercessão do falecido Papa, foi totalmente curada, sem que os peritos médicos encontrassem explicação científica alguma.
Assim, em 11 de janeiro de 2011, a Sessão Ordinária dos Cardeais e Bispos da Congregação para as Causas dos Santos emitiu uma sentença afirmativa sobre a cura milagrosa e encaminhou-se a conclusão do processo de beatificação, que foi anunciada solenemente no dia 14 do mesmo mês.
No dia 1° de Maio, o Papa Bento XVI presidiu a cerimônia na qual foram proclamadas as virtudes heróicas de João Paulo II, conferindo-lhe o título de Bem-aventurado. O rito coincidiu com a Festa da Divina Misericórdia, instituída por ele mesmo, 5 anos antes de sua morte.
Sem dúvida, esta beatificação prolongará por décadas a influência do primeiro Papa não italiano em 500 anos de história da Igreja. E continuará alimentando na alma de milhões de cristãos, a virtude da Esperança, que tanto simbolizou seu Pontificado.
Notas:
1 e 2 Rádio Vaticano – tradução Canção Nova Notícias: http://noticias.cancaonova.com/noticia.php?id=279966
A beatificação de João Paulo II abriu este Mês de Maria com um momento de júbilo para a Igreja, atraindo a merecida atenção de todos, inclusive de não católicos.
Conduzindo a Barca de Pedro por 26 anos, Karol Wojtyla pôde influenciar de forma ímpar os acontecimentos de sua época, sendo seu pontificado o terceiro mais longo da História. Mesmo dirigindo o povo de Deus em meio a uma sociedade cada vez mais distante dos princípios cristãos, destacou-se como o líder mais influente e popular de seus dias.
Entretanto, não há o que se compare ao seu ardoroso empenho de mostrar ao mundo que a perfeição cristã é um dom ao alcance de todos. E isso, ele o fez por sua vida exemplar.
Foi grande incentivador das devoções tradicionais, como o Rosário e o Escapulário do Carmo, mas também favoreceu o surgimento de novas formas de piedade como a Devoção à Divina Misericórdia.
Como afirmou o porta-voz do Vaticano, Pe. Federico Lombardi, “A vida e o Pontificado (de João Paulo II) foram percorridos pelo desejo de dar a conhecer ao mundo todo (...) a consoladora e entusiasmante grandeza da misericórdia de Deus”.¹
Falecido em 2 de abril de 2005, as cerimônias de despedida do Pontífice causaram comoção mundial como há muito tempo não se via, e as manifestações que envolveram sua despedida mostraram mais uma vez ao mundo a força da Igreja.
Menos de um mês após sua morte, Bento XVI concedeu a dispensa dos 5 anos de espera para o início da Causa de Beatificação. Segundo o Vaticano, essa dispensa ocorreu devido à “imponente fama de santidade de que gozava João Paulo II em vida, na morte e depois da morte”.²
Durante o minucioso período em que foram analisadas as graças recebidas por intermédio do Papa Wojtyla, somaram-se cerca de 250 relatos de possíveis milagres. Dentre estes, a Congregação para a Causa dos Santos reconheceu um, que foi decisivo para o anúncio da beatificação: trata-se do ocorrido com a religiosa francesa Marie Simon-Pierre Normand, que sofria do Mal de Parkinson. Tendo rezado pedindo a intercessão do falecido Papa, foi totalmente curada, sem que os peritos médicos encontrassem explicação científica alguma.
Assim, em 11 de janeiro de 2011, a Sessão Ordinária dos Cardeais e Bispos da Congregação para as Causas dos Santos emitiu uma sentença afirmativa sobre a cura milagrosa e encaminhou-se a conclusão do processo de beatificação, que foi anunciada solenemente no dia 14 do mesmo mês.
No dia 1° de Maio, o Papa Bento XVI presidiu a cerimônia na qual foram proclamadas as virtudes heróicas de João Paulo II, conferindo-lhe o título de Bem-aventurado. O rito coincidiu com a Festa da Divina Misericórdia, instituída por ele mesmo, 5 anos antes de sua morte.
Sem dúvida, esta beatificação prolongará por décadas a influência do primeiro Papa não italiano em 500 anos de história da Igreja. E continuará alimentando na alma de milhões de cristãos, a virtude da Esperança, que tanto simbolizou seu Pontificado.
Notas:
1 e 2 Rádio Vaticano – tradução Canção Nova Notícias: http://noticias.cancaonova.com/noticia.php?id=279966
Beatificação de Irmã Dulce
Faltam apenas 03 dias para que a Irmã Dulce seja beatificada e vai ser na Bahia. Será dia 22 as 17 h, consulte o site http://www.irmadulce.org.br/anjobom/cerimonia-de-beatificacao.php e saiba mais detalhes.
Em breve com certeza teremos uma nova Santa.
Um abraço a todos.
Isabel
sexta-feira, 13 de maio de 2011
Beato João Paulo II - Diz sobre os Jovens.
:: OS JOVENS
1.- "Vós sois o sal da terra... Vós sois a luz do mundo" (Mt 5, 13-14). (Mensagem do Papa Joao Paulo II para a XVII Jornada Mundial da Juventude.)
2.- "A Igreja os vê com confiança e espera que sejam o povo das bem-aventuranças!"
(Mensagem do Papa Joao Paulo II para a XVII Jornada Mundial da Juventude. 25 de julho de 2002.)
3.- "Não temam responder generosamente ao chamado do Senhor. Deixem que sua fé brilhe no mundo, que suas ações mostrem seu compromisso com a mensagem salvadora do Evangelho!"
(Saudação final do Papa João Paulo II aos participantes da JMJ 2002 Downsview Lands, Toronto, 28 de julho de 2002)
4.- "¡vivais comprometidos, na oração, na atenta escuta e no compartilhar gozoso estas ocasiões de "formação permanente", manifestando vossa fé ardente e devota! Como os Reis Magos, sejam também peregrinos animados pelo desejo de encontrar ao Messías e de adorá-lo! Anunciai com coragem que Cristo, morto e ressuscitado, é vencedor do mal e da morte!"
5.- "Também vós, queridos jóvens, vos enfrenteis ao sofrimento: a solidão, os fracassos e as desilusões em vossa vida pessoal; as dificuldades para adaptar-se ao mundo dos adultos e à vida profissional; as separações e os lutos em vossas famílias; a violencia das guerras e a morte dos inocentes. Porém sabeis que nos momentos difíceis, que não faltam na vida de cada um, não estais sós: como a João ao pé da Cruz, Jesus vos entrega também a Mãe dele, para que vos conforte com ternura."
(Mensagem do Papa Joao Paulo II para a XVII Jornada Mundial da Juventude. 25 de julho de 2002.)
6.- "Queridos jóvens, já sabeis que o cristianismo não é uma opinião e não consiste em palavras vãs. O cristianismo é Cristo! ¡É uma Pessoa, é o que Vive! Encontrar a Jesus, amá-lo e fazê-lo amar: eis aquí a vocação cristã."
(Mensagem do Papa Joao Paulo II para a XVII Jornada Mundial da Juventude. 25 de julho de 2002.)
7.- "Queridos jóvens, só Jesus conhece vosso coração, vossos desejos mais profundos. Só Éle, quem os amou até a morte, (cf Jn 13,1), é capaz de saciar vossas aspirações. Suas palavras de vida eterna, palavras que dão sentido à vida. Ninguém fora de Cristo poderá dar-vos a verdadeira felicidade."
(Mensagem do Papa Joao Paulo II para a XVII Jornada Mundial da Juventude. 25 de julho de 2002.)
8.- "Agora mais que nunca é urgente que sejáis os "centinelas da manhã", os vigías que anuncíam a luz da alvorada e a nova primavera do Evangelho, da que já são vistas os brotos. A humanidade necesita imperiosamente o testemunho de jóvens livres e valentes, que se atrevam a caminhar contra a corrente e a proclamar com força e entusiasmo a propria fe em Deus, Senhor e Salvador."
(Mensagem do Papa Joao Paulo II para a XVII Jornada Mundial da Juventude. 25 de julho de 2002.)
1.- "Vós sois o sal da terra... Vós sois a luz do mundo" (Mt 5, 13-14). (Mensagem do Papa Joao Paulo II para a XVII Jornada Mundial da Juventude.)
2.- "A Igreja os vê com confiança e espera que sejam o povo das bem-aventuranças!"
(Mensagem do Papa Joao Paulo II para a XVII Jornada Mundial da Juventude. 25 de julho de 2002.)
3.- "Não temam responder generosamente ao chamado do Senhor. Deixem que sua fé brilhe no mundo, que suas ações mostrem seu compromisso com a mensagem salvadora do Evangelho!"
(Saudação final do Papa João Paulo II aos participantes da JMJ 2002 Downsview Lands, Toronto, 28 de julho de 2002)
4.- "¡vivais comprometidos, na oração, na atenta escuta e no compartilhar gozoso estas ocasiões de "formação permanente", manifestando vossa fé ardente e devota! Como os Reis Magos, sejam também peregrinos animados pelo desejo de encontrar ao Messías e de adorá-lo! Anunciai com coragem que Cristo, morto e ressuscitado, é vencedor do mal e da morte!"
5.- "Também vós, queridos jóvens, vos enfrenteis ao sofrimento: a solidão, os fracassos e as desilusões em vossa vida pessoal; as dificuldades para adaptar-se ao mundo dos adultos e à vida profissional; as separações e os lutos em vossas famílias; a violencia das guerras e a morte dos inocentes. Porém sabeis que nos momentos difíceis, que não faltam na vida de cada um, não estais sós: como a João ao pé da Cruz, Jesus vos entrega também a Mãe dele, para que vos conforte com ternura."
(Mensagem do Papa Joao Paulo II para a XVII Jornada Mundial da Juventude. 25 de julho de 2002.)
6.- "Queridos jóvens, já sabeis que o cristianismo não é uma opinião e não consiste em palavras vãs. O cristianismo é Cristo! ¡É uma Pessoa, é o que Vive! Encontrar a Jesus, amá-lo e fazê-lo amar: eis aquí a vocação cristã."
(Mensagem do Papa Joao Paulo II para a XVII Jornada Mundial da Juventude. 25 de julho de 2002.)
7.- "Queridos jóvens, só Jesus conhece vosso coração, vossos desejos mais profundos. Só Éle, quem os amou até a morte, (cf Jn 13,1), é capaz de saciar vossas aspirações. Suas palavras de vida eterna, palavras que dão sentido à vida. Ninguém fora de Cristo poderá dar-vos a verdadeira felicidade."
(Mensagem do Papa Joao Paulo II para a XVII Jornada Mundial da Juventude. 25 de julho de 2002.)
8.- "Agora mais que nunca é urgente que sejáis os "centinelas da manhã", os vigías que anuncíam a luz da alvorada e a nova primavera do Evangelho, da que já são vistas os brotos. A humanidade necesita imperiosamente o testemunho de jóvens livres e valentes, que se atrevam a caminhar contra a corrente e a proclamar com força e entusiasmo a propria fe em Deus, Senhor e Salvador."
(Mensagem do Papa Joao Paulo II para a XVII Jornada Mundial da Juventude. 25 de julho de 2002.)
terça-feira, 10 de maio de 2011
segunda-feira, 9 de maio de 2011
Ágape: amor incondicional, o amor generoso, o amor sem limites.
Adquira esta obra de evangelização em uma livraria próxima a você ou pela internet.
MENSAGEM
O Ágape nos leva a entender
Nunca se esqueça de Deus.
'Deus não escolhe pessoas capacitadas, Ele capacita os escolhidos.'
Um com Deus é maioria.
Devemos orar sempre, não até Deus nos ouvir, mas até que possamos ouvir a Deus.
Nada está fora do alcance da oração, exceto o que está fora da vontade de Deus.
O mais importante não é encontrar a pessoa certa, e sim ser a pessoa certa.
Moisés gastou:
40 anos pensando que era alguém;
40 anos aprendendo que não era ninguém e 40 anos descobrindo o que Deus pode fazer com um NINGUÉM.
A fé ri das impossibilidades.
Não confunda a vontade de DEUS, com a permissão de DEUS.
Não diga a DEUS que você tem um grande problema.
Mas diga ao problema que você tem um grande DEUS.
Leia o Ágape em oração e você terá estas certezas.
Um forte Ágape!!!!
Vamos formar novos amigos na Rede Eletro-Cristo com MARIA. DIVULGUE.
EVANGELIZAR = FELICIDADE, SEJA FELIZ, EVANGELIZE!
Aproveite e envie Cartões para as pessoas que você desejar e convide seus amigos, colegas de trabalho,
familiares para orar junto com você o Rosário Virtual, Terço da Misericórdia, Coroa de São Miguel
Arcanjo, Terço do Anjo da Guarda, Coroa do Espírito Santo e acenda a Vela Virtual que estão disponíveis em nossa Capela Virtual.
Novidade no site = Novo Passa Tempo Bíblico
Não se esqueça de adicionar o site www.padremarcelorossi.com.br em sua lista de contatos, amigos,
lista de confiança para que o Anti-Spam não bloqueie as mensagens e orações enviadas diariamente.
Ouça a Benção do Padre Marcelo Rossi. Ouvir
Amados,Abençoe-vos o Deus Todo-Poderoso o Pai † e o Filho e o Espírito Santo. Amém.
Paz e bem! Fique com Deus, e Evangelizem!
Padre Marcelo Rossi
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MENSAGEM
O Ágape nos leva a entender
Nunca se esqueça de Deus.
'Deus não escolhe pessoas capacitadas, Ele capacita os escolhidos.'
Um com Deus é maioria.
Devemos orar sempre, não até Deus nos ouvir, mas até que possamos ouvir a Deus.
Nada está fora do alcance da oração, exceto o que está fora da vontade de Deus.
O mais importante não é encontrar a pessoa certa, e sim ser a pessoa certa.
Moisés gastou:
40 anos pensando que era alguém;
40 anos aprendendo que não era ninguém e 40 anos descobrindo o que Deus pode fazer com um NINGUÉM.
A fé ri das impossibilidades.
Não confunda a vontade de DEUS, com a permissão de DEUS.
Não diga a DEUS que você tem um grande problema.
Mas diga ao problema que você tem um grande DEUS.
Leia o Ágape em oração e você terá estas certezas.
Um forte Ágape!!!!
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Ouça a Benção do Padre Marcelo Rossi. Ouvir
Amados,Abençoe-vos o Deus Todo-Poderoso o Pai † e o Filho e o Espírito Santo. Amém.
Paz e bem! Fique com Deus, e Evangelizem!
Padre Marcelo Rossi
quarta-feira, 4 de maio de 2011
Detalhes sobre a exumação de Irmã Dulce.
http://noticias.cancaonova.com/noticia.php?id=276727
http://www.webtvcn.net/video/exposicao_reliquia_irma_dulce
http://www.webtvcn.net/video/exposicao_reliquia_irma_dulce
domingo, 1 de maio de 2011
"Não tenhais medo! Abri, melhor, escancarai as portas a Cristo!".
"Feliz és tu, amado Papa João Paulo II, porque acreditaste! Continua do Céu – nós te pedimos – a sustentar a fé do Povo de Deus. Amém.
Palavras do Papa Bento XVI na homília hoje.
Palavras do Papa Bento XVI na homília hoje.
sábado, 30 de abril de 2011
Filmes Religiosos: YouTube transmitirá beatificação do Papa João Paul...
Filmes Religiosos: YouTube transmitirá beatificação do Papa João Paul...: "O YouTube anunciou, no início da tarde de hoje, que transmitirá a cerimônia de beatificação do Papa João Paulo II. A transmissão, que terá i..."
sexta-feira, 29 de abril de 2011
Beatificação Karol Wojtila
http://g1.globo.com/mundo/noticia/2011/01/joao-paulo-ii-vai-ser-beatificado-em-1-de-maio-anuncia-o-vaticano.html
quarta-feira, 27 de abril de 2011
Carta aos Jovens, João Paulo II (em 29 de julho de 2008)
"Precisamos de Santos sem véu ou batina. Precisamos de Santos de calças jeans e tênis. Precisamos de Santos que vão ao cinema, ouvem música e passeiam com os amigos.
Precisamos de Santos que coloquem Deus em primeiro lugar, mas que se "lascam" na faculdade.
Precisamos de Santos que tenham tempo todo dia para rezar e que saibam namorar na pureza e castidade, ou que consagrem sua castidade.
Precisamos de Santos modernos, Santos do século XXI com uma espiritualidade inserida em nosso tempo.
Precisamos de Santos comprometidos com os pobres e as necessárias mudanças socias.
Precisamos de Santos que vivam no mundo se santifiquem no mundo, que não tenham medo de viver no mundo. Precisamos de Santos que bebam Coca-Cola e comam hot dog, que usem jeans, que sejam internautas, que escutem discman.
Precisamos de Santos que amem a Eucaristia e que não tenham vergonha de tomar um refri ou comer pizza no fim-de-semana com os amigos.
Precisamos de Santos que gostem de cinema, de teatro, de música, de dança, de esporte.
Precisamos de Santos sociáveis, abertos, normais, amigos, alegres, companheiros.
Precisamos de Santos que estejam no mundo; e saibam saborear as coisas puras e boas do mundo mas que não sejam mundanos".
Papa João Paulo II.
João Paulo II deve ser canonizado em tempo recorde
Por Gabriel Bouys | AFP – ter, 26 de abr de 2011 14:37
O falecido papa João Paulo II se tornará santo rapidamente, logo após ser beatificado no domingo, ainda que precise ser identificado um milagre atribuído a ele, explicou um ex-conselheiro. "O trabalho já está pronto para a canonização dele", disse o cardeal suíço Georges Cottier à agência de notícias religiosa I.Media, em entrevista publicada nesta terça-feira.
"Nós precisamos apenas de um milagre e de uma decisão do Papa (Bento 16)", disse Cottier, de 89 anos, que foi teólogo da casa papal de João Paulo 2º por 15 anos até a morte do pontífice polonês, em 2005. "Não estou surpreso com a velocidade do processo", disse, descrevendo João Paulo 2º como "um homem de Deus".
A partir de domingo, João Paulo II ficará conhecido como "beato", um título que exige a confirmação de um primeiro milagre, no caso dele, a recuperação de uma freira francesa do mal de Parkinson, que os médicos não conseguiram explicar.
A freira, Marie Simon-Pierre, disse que o falecido João Paulo 2º atendeu a suas preces.Segundo as regras estritas da Igreja Católica Romana sobre a canonização, o procedimento não é normalmente iniciado até cinco anos depois da morte do candidato a santo.
Mas o próprio João Paulo 2º conseguiu acelerar o processo para a religiosa albanesa madre Teresa, que foi beatificada em 2003, apenas seis anos depois de sua morte.
Seu próprio dossiê foi iniciado logo após a sua morte, em 2005, quando em seu funeral seus simpatizantes exibiam faixas com os dizeres "Santo Subito" (Santidade imediata).
Além disso, Cottier afirmou que alguns cardeais "assinaram uma carta pedindo ao futuro papa que começasse o processo de beatificação o mais rápido possível".
domingo, 24 de abril de 2011
Vivendo e aprendendo!: Feliz e Santa Páscoa a vc e todos os seus.
Vivendo e aprendendo!: Feliz e Santa Páscoa a vc e todos os seus.: "Lindos Recados Páscoa Religiosa no melhor site de gifs!"
quinta-feira, 21 de abril de 2011
Feliz e Santa Semana Santa!
[link=http://www.mensagens-especiais.com]
[/link]
[b]Mais recados? http://www.mensagens-especiais.com[/b]

[/link]
[b]Mais recados? http://www.mensagens-especiais.com[/b]
domingo, 17 de abril de 2011
Campanha da Fraternidade 2011 " Fraternidade e a Vida no Planeta" - "A criação gem em dores de parto" (Rm 8,22)
A criação geme em dores de parto” (Rm 8, 18-22).
Veja o vídeo:
Somos todos moradores de uma mesma casa, e gostando ou não, estamos interligados dentro do nosso planeta. Não há como simplesmente virar as costas e não se importar, a vida do planeta está gemendo e a nossa também.
Afinal se ocorresse uma catástrofe a nível global para onde iríamos ?
Ainda temos tempo para reverter esta situação. Podemos transformar estes gemidos de dor em gemidos de esperança e amor. Sim, podemos! E assim receberemos de volta um planeta saudável, o que nos foi dado por Deus.
Que façamos com diz o Hino que cantamos há pouco, “...transformemos em Páscoa as dores dessa espera...” e que através do Espírito de Deus resgatemos as atitudes de quem cultiva e cuida do seu jardim, esta obra maravilhosa que é a nossa casa!
Essa campanha não é uma utopia como alguns disseram, é sim uma alerta de que atitudes devem ser tomadas, não por uma minoria, mas por um todo, afinal este planeta é nossa casa. Precisamos ser fraternos, organizar e gerar ações que nos levem ao bem comum.
Vamos refletir e procuremos colocar em prática ações do “bem” não esquecendo que: “Tudo o que faremos poderá ajudar a salvar nosso planeta e nos dá a oportunidade de como uma família de sentarmos juntos e elaborarmos ações para salvar a nossa casa”.
sexta-feira, 15 de abril de 2011
Colha o dia!
"CARPE DIEM"...faça com que sua vida seja extraordinária.
"Carpe Diem" quer dizer "colha o dia".
Colha o dia como se fosse um fruto maduro que amanhã estará podre. A vida não pode
ser economizada para amanhã.
Acontece sempre no presente.
"Carpe Diem" quer dizer "colha o dia".
Colha o dia como se fosse um fruto maduro que amanhã estará podre. A vida não pode
ser economizada para amanhã.
Acontece sempre no presente.
SIGNIFICADO DO TEMPO DA QUARESMA
A palavra Quaresma vem do latim quadragésima e é utilizada para designar o período de quarenta dias que antecedem a festa ápice do cristianismo: a ressurreição de Jesus Cristo, comemorada no famoso Domingo de Páscoa. Esta prática data desde o século IV.
Na quaresma, que começa na quarta-feira de cinzas e termina na quinta-feira (até a Missa da Ceia do Senhor, exclusive - Diretório da Liturgia - CNBB) da Semana Santa, os católicos realizam a preparação para a Páscoa. O período é reservado para a reflexão, a conversão espiritual. Ou seja, o católico deve se aproximar de Deus visando o crescimento espiritual. Os fiéis são convidados a fazerem uma comparação entre suas vidas e a mensagem cristã expressa nos Evangelhos. Esta comparação significa um recomeço, um renascimento para as questões espirituais e de crescimento pessoal. O cristão deve intensificar a prática dos princípios essenciais de sua fé com o objetivo de ser uma pessoa melhor e proporcionar o bem para os demais.
Essencialmente, o período é um retiro espiritual voltado à reflexão, onde os cristãos se recolhem em oração e penitência para preparar o espírito para a acolhida do Cristo Vivo, Ressuscitado no Domingo de Páscoa. Assim, retomando questões espirituais, simbolicamente o cristão está renascendo, como Cristo. Todas as religiões têm períodos voltados à reflexão, eles fazem parte da disciplina religiosa. Cada doutrina religiosa tem seu calendário específico para seguir. A cor litúrgica deste tempo é o roxo, que significa luto e penitência.
Cerca de duzentos anos após o nascimento de Cristo, os cristãos começaram a preparar a festa da Páscoa com três dias de oração, meditação e jejum. Por volta do ano 350 d. C., a Igreja aumentou o tempo de preparação para quarenta dias. Assim surgiu a Quaresma.
Qual o significado destes 40 dias?
Na Bíblia, o número quatro simboliza o universo material. Os zeros que o seguem significam o tempo de nossa vida na terra, suas provações e dificuldades. Portanto, a duração da Quaresma está baseada no símbolo deste número na Bíblia. Nela, é relatada as passagens dos quarenta dias do dilúvio, dos quarenta anos de peregrinação do povo judeu pelo deserto, dos quarenta dias de Moisés e de Elias na montanha, dos quarenta dias que Jesus passou no deserto antes de começar sua vida pública, dos 400 anos que durou a estada dos judeus no Egito, entre outras. Esses períodos vêm sempre antes de fatos importantes e se relacionam com a necessidade de ir criando um clima adequado e dirigindo o coração para algo que vai acontecer.
O que os cristãos devem fazer no tempo de Quaresma?
A Igreja católica propõe, por meio do Evangelho proclamado na quarta-feira de cinzas, três grandes linhas de ação: a oração, a penitência e a caridade. Não somente durante a Quaresma, mas em todos os dias de sua vida, o cristão deve buscar o Reino de Deus, ou seja, lutar para que exista justiça, a paz e o amor em toda a humanidade. Os cristãos devem então recolher-se para a reflexão para se aproximar de Deus. Esta busca inclui a oração, a penitência e a caridade, esta última como uma conseqüência da penitência.
Ainda é costume jejuar durante este tempo?
Sim, ainda é costume jejuar na Quaresma, ainda que ele seja válido em qualquer época do ano. A igreja propõe o jejum principalmente como forma de sacrifício, mas também como uma maneira de educar-se, de ir percebendo que, o que o ser humano mais necessita é de Deus. Desta forma se justifica as demais abstinências, elas têm a mesma função.
Oficialmente, o jejum deve ser feito pelos cristãos batizados, na quarta-feira de cinzas e na sexta-feira santa. Pela lei da igreja, o jejum é obrigatório nesses dois dias para pessoas entre 18 e 60 anos. Porém, podem ser substituídos por outros dias na medida da necessidade individual de cada fiel, e também praticados por crianças e idosos de acordo com suas disponibilidades.
O jejum, assim como todas as penitências, é visto pela igreja como uma forma de educação no sentido de se privar de algo e reverte-lo em serviços de amor, em práticas de caridade. Os sacrifícios, que podem ser escolhidos livremente, por exemplo: um jovem deixa de mascar chicletes por um mês, e o valor que gastaria nos doces é usado para o bem de alguém necessitado.
O que é a Campanha da Fraternidade?
O percurso da Quaresma é acompanhado pela realização da Campanha da Fraternidade – a maior campanha da solidariedade do mundo cristão. Cada ano é contemplado um tema urgente e necessário.
A Campanha da Fraternidade é uma atividade ampla de evangelização que ajuda os cristãos e as pessoas de boa vontade a concretizarem, na prática, a transformação da sociedade a partir de um problema específico, que exige a participação de todos na sua solução. Ela tornou-se tão especial por provocar a renovação da vida da igreja e ao mesmo tempo resolver problemas reais.
Seus objetivos permanentes são: despertar o espírito comunitário e cristão no povo de Deus, comprometendo, em particular, os cristãos na busca do bem comum; educar para a vida em fraternidade, a partir da justiça e do amor: exigência central do Evangelho. Renovar a consciência da responsabilidade de todos na promoção humana, em vista de uma sociedade justa e solidária.
Os temas escolhidos são sempre aspectos da realidade sócio-econômico-política do país, marcada pela injustiça, pela exclusão, por índices sempre mais altos de miséria. Os problemas que a Campanha visa ajudar a resolver, se encontram com a fraternidade ferida, e a fé, tem o compromisso de restabelecê-la. A partir do início dos encontros nacionais sobre a CF, em 1971, a escolha de seus temas vem tendo sempre mais ampla participação dos 16 Regionais da CNBB que recolhem sugestões das Dioceses e estas das paróquias e comunidades.
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